Eleições 2018

França quer unir o País

08 de outubro de 2018 - 17:49

Da Redação

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Após conquistar de forma acirrada contra Paulo Skaf (MDB) a segunda vaga para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, o governador Márcio França (PSB) aproveitou a segunda para agradecer às pessoas que o ajudaram a chegar ao segundo turno das eleições para o governo de São Paulo.

Ele esteve em Santos, São Vicente e Praia Grande, cidades da Baixada Santista onde nasceu politicamente.

Um dia após a votação, o candidato do PSB prometeu que vai utilizar os próximos dias para deixar claro que ele é a melhor escolha aos paulistas que almejam um governador com palavra e boas propostas.

Mas, como político experiente e influente no cenário nacional, quer bem mais que isso.

“Vamos tentar unir o Brasil a partir de São Paulo, um estado que sempre deu exemplo para o país. Vamos propor o diálogo, a conversa com os dois lados e encontrar um meio-termo para ajudar a todos os brasileiros.”

Logo depois de tomar um café da manhã com a esposa, Lúcia França, e o neto Enzo no restaurante do Palácio dos Bandeirantes, Márcio França agradeceu, em entrevista à imprensa, ao apoio recebido em vários municípios de São Paulo.

E ainda lembrou que em muitas cidades só se tornou conhecido durante a campanha.

“As pessoas logo perceberam que havia uma diferença clara entre a gente e os outros candidatos. Eu sou verdadeiro”, disse.

Com Alckmin

Desta forma, a  gratidão do novo governador ficou clara nesta segunda-feira (8), mas também no domingo (7), instantes após a confirmação de seu nome entre os dois primeiros colocados na disputa eleitoral.

“Eu fui até o (Geraldo) Alckmin para agradecê-lo e para dizer que minha presença no segundo turno se deve 100% a ele, por ter me escolhido como seu vice-governador.”

E foi além: “O Geraldo é o homem público mais idôneo que eu conheci, no comportamento e na dedicação a tudo o que faz”, elogiou.

Assim, nesse segundo turno, destaca o candidato, sua maior preocupação continua a de ser conhecido por todos os moradores de São Paulo.

“Agora, não tem mais como o (João) Doria fugir de mim, como tentou nos debates. O eleitor quer honestidade, olho no olho. Por isso ele morria de medo de me enfrentar, porque sabe que eu sei quem ele é.”

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