O que vem por aí…
Fórum do Amanhã
Domenico De Masi, Eduardo Giannetti, Hans Donner e Rosiska Darcy de Oliveira, entre outros, vão se reunir na histórica cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, para discutir o futuro. O Fórum do Amanhã, que acontece de 24 a 27 de novembro, junta empresários, jornalistas e jovens lideranças para debater, em rodas de conversa, soluções que visam o desenvolvimento social e econômico do País. Mais detalhes em forumdoamanha.com
Dia do Músico
Na próxima terça (22), comemora-se o Dia do Músico. Em Santos, numa produção da Associação dos Artistas, com apoio da prefeitura, acontece show no Teatro Municipal com artistas do litoral, como a Jazz Big Band, Choro&Afins, Newton Zago, Theo Cancello, entre outros músicos. Ingressos na bilheteria a R$10. Na terça (22), às 21h, à Av. Pinheiro Machado, 48.
Oficina gratuita
De encadernação com costura japonesa ministrada pelos escritores Cláudia Brino e Vieira Vivo. Para participar, basta comparecer ao local trazendo 30 folhas de sulfite, tamanho A4, com textos, desenhos ou em branco, que serão utilizadas na encadernação. Neste sábado (19), das 16h30 às 19h30, no espaço Photonovelas, na Galeria Queiroz Ferreira (Rua Galeão Carvalhal, 51, loja 15 – Gonzaga). Inf.: facebook.com/photonovelas
Mania de Ler
Javier Cercas, escritor espanhol, é o autor estudado, neste mês de novembro, pelo grupo de leitura Mania de Ler. O debate sobre sua obra acontece no dia 22 de novembro, às 18 horas, no Sesc/Santos. Entre seus trabalhos, O Ventre da Baleia, Soldados de Salamina, O Inquilino e o recente O Impostor. A entrada é livre. Basta gostar de ler e de conhecer novos autores.
Umas & Outras
Irresponsabilidade
A crise econômica pela qual passam municípios e estados é fato, assim como há décadas assistimos as irresponsabilidades de vários governantes em suas administrações. Exemplo disso é o Rio de Janeiro, um dos estados mais críticos, vítima de governos inconsequentes como os dos ex-governadores Anthony Garotinho e Sergio Cabral, presos nessa semana. Vivemos uma crise econômica desenhada desde 2008, agravada em 2012. Por isso sobram questionamentos: Será que os secretários de finanças não alertaram seus governantes sobre a crise? Não teriam sido avisados de que seria mais eficiente e prudente, em vez de abrirem novas frentes de obras, melhorar as condições dos equipamentos já existentes, visto que não haveria verba para o custeio mensal desses novos, nem para pagar os fornecedores? Por que tantos cargos comissionados para pessoas sem condições técnicas em troca de favores políticos? Será que não foram informados que a folha de pagamento teria problemas? Onde estão as políticas públicas? Por mais paradoxal que seja, considerando os inúmeros problemas, por que tantos candidatos ainda pleiteiam serem governantes? Bem, quanto às obras a resposta está na Operação Lava Jato. E, não obstante tudo isso, na hora de pagar a conta pelos rombos causados por tantos descalabros, querem penalizar ainda mais quem não contribuiu com toda essa sujeira. Uma vergonha!

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