Rolo compressor
A reeleição de Cauê Macris (PSDB) à presidência da Assembleia Legislativa paulista deixou claro a diferença entre os tradicionais partidos e os novos que chegaram à Casa. De um lado, legendas como PSDB, PT, PP, PSB, PTB se uniram para a escolha de Macris na presidência. De outro, PSL e Novo. Em troca, as […]
A reeleição de Cauê Macris (PSDB) à presidência da Assembleia Legislativa paulista deixou claro a diferença entre os tradicionais partidos e os novos que chegaram à Casa.
De um lado, legendas como PSDB, PT, PP, PSB, PTB se uniram para a escolha de Macris na presidência.
De outro, PSL e Novo.
Em troca, as agremiações tradicionais deram suporte a Enio Tatto (PT), como primeiro secretário da Casa.
Estes são os principais cargos da Mesa Diretora.
Apesar de partidos distintos, tanto Caio França (PSB), como Paulo Correia (Patri) e Prof. Kenny (PP) votaram na dobradinha vitoriosa (PSDB-PT).
Coube ao Tenente Coimbra (PSL) apoiar os candidatos do seu partido, Janaína Paschoal e Major Meca, respectivamente.
