O prefeito de Santos, Paulo Barbosa (PSDB), vive um período conturbado politicamente. Primeiro, teve seu nome divulgado em gravações da Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, em conversas quando secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado junto com o empresário César Floriano, ex-proprietário do grupo Tecondi e dono do Terminal de Passageiros Concais, alvo de inquérito judicial. O assunto ganhou destaque nas páginas do jornal O Estado de S. Paulo.
Depois veio a tragédia no Carnaval santista, com a morte de quatro pessoas, episódio que ganhou repercussão nacional. Agora, Barbosa tem sido acusado - conforme reportagem na Folha de S. Paulo - de ter acompanhado um suposto esquema de enriquecimento ilícito do então secretário de Educação do Estado, o atual deputado federal Gabriel Chalita. Conforme relato do denunciante Roberto Leandro Grobman, assessor informal de Chalita entre 2002 e 2006, ele chegou a ver malas de dinheiro no apartamento de Chalita, além de ter dito que "levavam dinheiro na sala do Paulo (Alexandre) Barbosa na secretaria (estadual da Educação). Ele guardava num cofre verde do lado esquerdo da mesa".
O Ministério Público Estadual (MPE) já anunciou que vai analisar as doações feitas nas últimas campanhas eleitorais do prefeito santista para verificar se constam depósitos de empresas que teriam sido beneficiadas em contratos com a Secretaria de Educação do Estado, no período que Barbosa fora secretário-adjunto (2004 a 2006), tendo Chalita à frente da pasta.
Em nota, Barbosa reitera que tem ficha limpa e nunca fui processado, nem condenado. "Minha vida é limpa e continuará assim", declara. Ele também nega doações de empresas contratadas pela secretaria de Educação para suas campanhas eleitorais.
Inferno Astral
O prefeito de Santos, Paulo Barbosa (PSDB), vive um período conturbado politicamente. Primeiro, teve seu nome divulgado em gravações da Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, em conversas quando secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado junto com o empresário César Floriano, ex-proprietário do grupo Tecondi e dono do Terminal de Passageiros Concais, alvo de inquérito judicial. O assunto ganhou destaque nas páginas do jornal O Estado de S. Paulo.
Depois veio a tragédia no Carnaval santista, com a morte de quatro pessoas, episódio que ganhou repercussão nacional. Agora, Barbosa tem sido acusado – conforme reportagem na Folha de S. Paulo – de ter acompanhado um suposto esquema de enriquecimento ilícito do então secretário de Educação do Estado, o atual deputado federal Gabriel Chalita. Conforme relato do denunciante Roberto Leandro Grobman, assessor informal de Chalita entre 2002 e 2006, ele chegou a ver malas de dinheiro no apartamento de Chalita, além de ter dito que “levavam dinheiro na sala do Paulo (Alexandre) Barbosa na secretaria (estadual da Educação). Ele guardava num cofre verde do lado esquerdo da mesa”.
O Ministério Público Estadual (MPE) já anunciou que vai analisar as doações feitas nas últimas campanhas eleitorais do prefeito santista para verificar se constam depósitos de empresas que teriam sido beneficiadas em contratos com a Secretaria de Educação do Estado, no período que Barbosa fora secretário-adjunto (2004 a 2006), tendo Chalita à frente da pasta.
Em nota, Barbosa reitera que tem ficha limpa e nunca fui processado, nem condenado. “Minha vida é limpa e continuará assim”, declara. Ele também nega doações de empresas contratadas pela secretaria de Educação para suas campanhas eleitorais.