A Secretaria de Cultura de Santos (Secult) esclarece que a opção pelo
Mendes Convention Center para abrigar o show de Agnaldo Rayol não ocorreu uma semana antes do anúncio da interdição preventiva do Teatro Coliseu Santista, efetuado no último dia 5, após vistoria de técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e de especialistas da Prefeitura. O processo em questão, de número 37071/2013-19, data de 12 de abril. Ou seja, uma semana depois do anúncio de fechamento.
Após conversação com representantes de inúmeros espaços culturais na Cidade, como Sesc e Estação Santos, que não dispunham de agenda para acolher o show, ocorreu o aluguel, em caráter de emergência e por preço abaixo do praticado pelo mercado, do Mendes Convention Center, que possuía as condições técnicas para a realização do espetáculo.
A ação foi tomada uma vez que a Secult tinha contrato assinado com o produtor do show de Agnaldo Rayol, garantindo a cessão do Teatro Coliseu, interditado às vésperas da apresentação, e para evitar transtornos para o público, já que grande número de ingressos havia sido vendido. Além disso, havia comprometimento do produtor com o cachê do artista. O não cumprimento acarretaria em multa.
Nota de esclarecimento II
Segue nota enviada pela Secretaria de Comunicação a respeito do show do cantor Agnaldo Rayol.
A Secretaria de Cultura de Santos (Secult) esclarece que a opção pelo
Mendes Convention Center para abrigar o show de Agnaldo Rayol não ocorreu uma semana antes do anúncio da interdição preventiva do Teatro Coliseu Santista, efetuado no último dia 5, após vistoria de técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e de especialistas da Prefeitura. O processo em questão, de número 37071/2013-19, data de 12 de abril. Ou seja, uma semana depois do anúncio de fechamento.
Após conversação com representantes de inúmeros espaços culturais na Cidade, como Sesc e Estação Santos, que não dispunham de agenda para acolher o show, ocorreu o aluguel, em caráter de emergência e por preço abaixo do praticado pelo mercado, do Mendes Convention Center, que possuía as condições técnicas para a realização do espetáculo.
A ação foi tomada uma vez que a Secult tinha contrato assinado com o produtor do show de Agnaldo Rayol, garantindo a cessão do Teatro Coliseu, interditado às vésperas da apresentação, e para evitar transtornos para o público, já que grande número de ingressos havia sido vendido. Além disso, havia comprometimento do produtor com o cachê do artista. O não cumprimento acarretaria em multa.