Portaria assinada pelo ministro Guido Mantega, do Ministério da Fazenda, no final de julho, proibindo a realização de concursos culturais usando as redes sociais, está provocando polêmica entre muitos comerciantes, especialmente pelo fato da nova legislação ter entrado em vigor automaticamente, às vésperas dos dias dos Pais.
Muitas empresas usam recursos, como concursos e sorteios na Internet, para atrair clientes, sem passar pelo crivo da Caixa, banco público responsável por qualquer tipo de concursos onde ocorram premiações.
Analistas do setor afirmam que também existe um lobby por parte das empresas que atuam nas redes sociais (como Google - em razão do Google + e do Facebook) de forma que quem costuma usar este tipo de promoção possa fazê-lo de outra maneira na rede, impulsionando a publicação, que é paga.
Sem concursos na rede
Portaria assinada pelo ministro Guido Mantega, do Ministério da Fazenda, no final de julho, proibindo a realização de concursos culturais usando as redes sociais, está provocando polêmica entre muitos comerciantes, especialmente pelo fato da nova legislação ter entrado em vigor automaticamente, às vésperas dos dias dos Pais.
Muitas empresas usam recursos, como concursos e sorteios na Internet, para atrair clientes, sem passar pelo crivo da Caixa, banco público responsável por qualquer tipo de concursos onde ocorram premiações.
Analistas do setor afirmam que também existe um lobby por parte das empresas que atuam nas redes sociais (como Google – em razão do Google + e do Facebook) de forma que quem costuma usar este tipo de promoção possa fazê-lo de outra maneira na rede, impulsionando a publicação, que é paga.