São anjos, presépios, vasilhas, Papai Noel em modelos diversos, árvores de Natal pequenas para enfeitar mesas, orta talheres, porta guardanapos, bijuterias, tigelas, enfeites para o Natal e objetos de decoração em formas e tons variados que estarão expostas no Bazar de Natal da ceramista Maria Angélica Dias, no Ateliê Morro do Bambu, de 4 a 8 de dezembro.
O bazar marcará, ainda, a inauguração do novo espaço do ateliê, à Rua Paraguay 119 , no Gonzaga, telefone (13) 3307-3788, no horário das 14 às 20 horas. As peças especialmente criadas para oferecer opções de presentes de Natal têm preços a partir de R$ 10,oo e todas são criações de Maria Angélica e de seus alunos do curso de Cerâmica.
O diferencial, ela conta, é a queima das peças em alta temperatura, garantindo um visual mais delicado e duradouro. Para desenhar e produzir nesta técnica, o trabalho da artista requer um tempo muito maior para queima (12 horas) e preparação.
O universo do trabalho de Maria Angélica está em movimento permanente e a pesquisa visual constante leva a uma linguagem particular e expansiva, sem limites.
Ela já realizou exposições na Pinacoteca Benedicto Calixto, em várias edições da Santos Arquidecor e na Aliança Francesa, entre outras. Quando fez um curso de cerâmica em 2009 na China, berço das porcelanas, Angélica se encantou: “Era a magia do antigo e do tradicional convivendo com o contemporâneo de um povo que quer se expressar revelando o que ficou tantos anos guardado”.
Fascinada pela pintura, pelo colorido, pelas nuances das cores das folhas e flores ela sentiu que encontrara seu caminho na arte, mas queria mais: “Ao conhecer o barro, foi uma paixão imediata, amor à primeira vista. Perguntei o que poderia fazer e veio a resposta que mudou minha vida, abriu meus horizontes. Deste momento em diante, as horas do dia se tornaram poucas para tantas descobertas. Um universo de queimas, biscoitos, temperaturas, matérias primas, esmaltes e fornos. Entre idas e vindas, percebo que tenho um longo caminho a percorrer. Um caminho de descobertas, testes e surpresas. As surpresas da arte do fogo. Este universo amplo que nos ensina que o barro tem seu próprio tempo para pensar, produzir, secar e queimar. Um universo que nem sempre nos apresenta o resultado que esperamos, mas que quase sempre nos surpreende”.
História da Cerâmica
A cerâmica surgiu a partir da descoberta do fogo pelo homem, quando ele descobriu que o barro secava e endurecia após ficar exposto ao calor do fogo. Então, para suprir suas necessidades, como condicionar alimentos, água e sementes, o homem começou a moldar o barro com água e a queimar a peça no calor do fogo. Potes, vasos, ferramentas, objetos variados e até casas.
A palavra cerâmica tem origem grega, "keramos", que significa louça de barro, e é datada dos tempos pré-históricos. Já foram descobertos utensílios de cerâmica com mais de seis mil anos de idade.
São anjos, presépios, vasilhas, Papai Noel em modelos diversos, árvores de Natal pequenas para enfeitar mesas, orta talheres, porta guardanapos, bijuterias, tigelas, enfeites para o Natal e objetos de decoração em formas e tons variados que estarão expostas no Bazar de Natal da ceramista Maria Angélica Dias, no Ateliê Morro do Bambu, de 4 a 8 de dezembro.
O bazar marcará, ainda, a inauguração do novo espaço do ateliê, à Rua Paraguay 119 , no Gonzaga, telefone (13) 3307-3788, no horário das 14 às 20 horas. As peças especialmente criadas para oferecer opções de presentes de Natal têm preços a partir de R$ 10,oo e todas são criações de Maria Angélica e de seus alunos do curso de Cerâmica.
O diferencial, ela conta, é a queima das peças em alta temperatura, garantindo um visual mais delicado e duradouro. Para desenhar e produzir nesta técnica, o trabalho da artista requer um tempo muito maior para queima (12 horas) e preparação.
O universo do trabalho de Maria Angélica está em movimento permanente e a pesquisa visual constante leva a uma linguagem particular e expansiva, sem limites.
Ela já realizou exposições na Pinacoteca Benedicto Calixto, em várias edições da Santos Arquidecor e na Aliança Francesa, entre outras. Quando fez um curso de cerâmica em 2009 na China, berço das porcelanas, Angélica se encantou: “Era a magia do antigo e do tradicional convivendo com o contemporâneo de um povo que quer se expressar revelando o que ficou tantos anos guardado”.
Fascinada pela pintura, pelo colorido, pelas nuances das cores das folhas e flores ela sentiu que encontrara seu caminho na arte, mas queria mais: “Ao conhecer o barro, foi uma paixão imediata, amor à primeira vista. Perguntei o que poderia fazer e veio a resposta que mudou minha vida, abriu meus horizontes. Deste momento em diante, as horas do dia se tornaram poucas para tantas descobertas. Um universo de queimas, biscoitos, temperaturas, matérias primas, esmaltes e fornos. Entre idas e vindas, percebo que tenho um longo caminho a percorrer. Um caminho de descobertas, testes e surpresas. As surpresas da arte do fogo. Este universo amplo que nos ensina que o barro tem seu próprio tempo para pensar, produzir, secar e queimar. Um universo que nem sempre nos apresenta o resultado que esperamos, mas que quase sempre nos surpreende”.
História da Cerâmica
A cerâmica surgiu a partir da descoberta do fogo pelo homem, quando ele descobriu que o barro secava e endurecia após ficar exposto ao calor do fogo. Então, para suprir suas necessidades, como condicionar alimentos, água e sementes, o homem começou a moldar o barro com água e a queimar a peça no calor do fogo. Potes, vasos, ferramentas, objetos variados e até casas.
A palavra cerâmica tem origem grega, “keramos”, que significa louça de barro, e é datada dos tempos pré-históricos. Já foram descobertos utensílios de cerâmica com mais de seis mil anos de idade.