Tapicurus invadem jardins da orla na Pompeia em Santos | Boqnews
Aves tapicurus se espalharam pela orla da praia da Pompeia, em Santos. Foto Nando Santos

Cenas da Cidade

13 DE JULHO DE 2025

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Tapicurus invadem jardins da orla na Pompeia em Santos

Aves se destacaram nos jardins da praia da Pompeia, em Santos. Animais começaram a surgir desde a pandemia.

Por: Da Redação

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Aos poucos, as aves tapicuru – ou maçarico de cara pelada – ganham cada vez mais espaço na paisagem em praias do litoral paulista.

E a orla da praia de Santos acaba sendo um atrativo para elas.

Neste domingo à tarde (13), por exemplo, dezenas delas pousaram nos jardins da praia da Pompeia, junto ao monumento em homenagem a Cristovão Colombo, próximo ao posto 2, na orla de Santos.

Não é a primeira que isso ocorre.

Em dezembro de 2021, o Boqnews registrou a presença das aves – era final da primavera.

E basicamente no mesmo local (imediações da orla da praia do Canal 2). Confira reportagem à época aqui.

Agora, os tapicurus – em maior número – se destacam em pleno inverno – ainda que com sol e dia claro como neste domingo (13).

A aparição do grupo de aves decorre em razão do avanço do desmatamento que vem ocorrendo em regiões da Mata Atlântica.

Aliás, alvo de preocupação, pois não é o habitat tradicional destas aves.

Além disso, após a pandemia, elas se tornaram mais frequentes no litoral paulista.

A presença delas na orla é reflexo das mudanças ambientais no seu habitat. A pandemia contribuiu para sua maior frequência no litoral. Foto: Nando Santos

Como são

A tapicuru tem porte médio, com plumagem escura, variando entre marrom e preto.

Porém, quando exposta ao sol revela uma plumagem com brilho azul metálico.

Seu bico é longo e curvo em tom amarelado ou esbranquiçado.

A face é nua, sem penas penas e o tom varia de acordo com cada ave, podendo ser amarela ou vermelha.

Geralmente vivem em áreas de brejos, banhados, campos e até mesmo em beiras de estradas, já que tem o costume de buscar por alimento em águas rasas.

Durante esta busca, são capturados crustáceos pequenos, moluscos, vermes, mariscos e invertebrados. E sementes.

Dessa vez, não deixaram de lado o que havia nos jardins da praia santista, apontando seus bicos em diversas direções do solo.

É possível ouvir seus sons a medida que o perigo se aproxima – como o caso de cães que correram em direção a elas.

Como resultado? Bateram asas dividindo-se em vários grupos.

Certamente, voltarão – como já o fazem há tempos.

 

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