Passagem aérea e alimentos disparam e levam prévia a 0,73% em março | Boqnews
Passagem aérea e alimentos disparam e levam prévia a 0,73% em março
O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15), a prévia da inflação oficial, apresentou variação de 0,73% em março. Em fevereiro mês pressionado pelos reajustes das mensalidades escolares, a taxa havia sido de 0,70%. 

A alta é mais expressiva na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo o dado divulgado hoje pelo IBGE. 

Em março de 2013, o IPCA-15 havia sido de 0,49%. 

A pressão agora veio dos grupos alimentação e bebidas, cuja alta de preços saltou de 0,52%, em fevereiro, para 1,11%, e transporte, que passou de queda de 0,09% para alta de 1,22% em março. 

Somados, representaram um impacto de 0,5 ponto percentual no IPCA-15, ou 68% da inflação do mês. 

No ano, o índice já acumula alta de 2,11%, acima da taxa de 2,06% referente ao primeiro trimestre de 2013. 

Já no acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 ficou em 5,90%, também acima dos 12 meses imediatamente anteriores (5,65%). 

Avião e tomate 
Entre os alimentos chegaram ao consumidor com preços mais altos estão o tomate (28,53%), a batata-inglesa (14,59%), as hortaliças (12,72%), os ovos (3,07%) e as frutas (2,05%). 

No grupo transporte, sobressaíram as tarifas aéreas (de queda de 20,36% em fevereiro para alta de 27,08% em março) e de ônibus urbano (de 0,38% para 1,51%) e o aumento no etanol (de 0,28% para 3,89%). 
A alta de 27,08% nas tarifas aéreas as levou à liderança no ranking dos principais impactos no IPCA-15 do mês, detendo 0,11 ponto percentual do índice. 

Os ônibus urbanos, refletiram a variação de 7,14% apropriada no Rio de Janeiro em decorrência do reajuste de 9% em vigor desde 08 de fevereiro. 

Quanto ao etanol, a alta de 3,89% teve reflexo sobre a gasolina, que foi para 0,26% após a queda de 0,02% em fevereiro. 

Segundo o IBGE, além dos alimentos e dos transportes, o grupo dos artigos de vestuário também apresentou aceleração na taxa de um mês para o outro, indo de -0,68% para 0,19%. Já os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram variações abaixo daquelas registradas em fevereiro. 

Na região metropolitana de Porto Alegre, o grupo alimentação e bebidas aumentou 1,85%, seguida das regiões metropolitanas de São Paulo (1,44%) e Curitiba (1,42%). Os resultados mais baixos do grupo foram registrados em Recife (0,17%) e Salvador (0,13%). 

Regiões 
O levantamento apurou que entre os índices regionais, os maiores foram os de Brasília (1,26%) e Rio de Janeiro (1,24%). Em Brasília o destaque foi a alta de 51,65% nas passagens aéreas, que, com peso de 1,62%, causaram impacto de 0,84 p.p. 

O menor índice foi o de Recife, onde os alimentos consumidos no domicílio tiveram queda de 0,12% em março. 

Fórmula 
O IPCA-15 usa os preços coletados entre 14 de fevereiro e 14 de março, comparados com aqueles vigentes de 16 de janeiro a 13 de fevereiro. 
O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. 

A metodologia utilizada é a mesma do IPCA. A diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. 
21 de março de 2014

Passagem aérea e alimentos disparam e levam prévia a 0,73% em março

O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15), a prévia da inflação oficial, apresentou variação de 0,73% em março. Em fevereiro mês pressionado pelos reajustes das mensalidades escolares, a taxa havia sido de 0,70%. 
A alta é mais expressiva na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo o dado divulgado hoje pelo IBGE. 
Em março de 2013, o IPCA-15 havia sido de 0,49%. 
A pressão agora veio dos grupos alimentação e bebidas, cuja alta de preços saltou de 0,52%, em fevereiro, para 1,11%, e transporte, que passou de queda de 0,09% para alta de 1,22% em março. 
Somados, representaram um impacto de 0,5 ponto percentual no IPCA-15, ou 68% da inflação do mês. 
No ano, o índice já acumula alta de 2,11%, acima da taxa de 2,06% referente ao primeiro trimestre de 2013. 
Já no acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 ficou em 5,90%, também acima dos 12 meses imediatamente anteriores (5,65%). 
Avião e tomate 
Entre os alimentos chegaram ao consumidor com preços mais altos estão o tomate (28,53%), a batata-inglesa (14,59%), as hortaliças (12,72%), os ovos (3,07%) e as frutas (2,05%). 
No grupo transporte, sobressaíram as tarifas aéreas (de queda de 20,36% em fevereiro para alta de 27,08% em março) e de ônibus urbano (de 0,38% para 1,51%) e o aumento no etanol (de 0,28% para 3,89%). 
A alta de 27,08% nas tarifas aéreas as levou à liderança no ranking dos principais impactos no IPCA-15 do mês, detendo 0,11 ponto percentual do índice. 
Os ônibus urbanos, refletiram a variação de 7,14% apropriada no Rio de Janeiro em decorrência do reajuste de 9% em vigor desde 08 de fevereiro. 
Quanto ao etanol, a alta de 3,89% teve reflexo sobre a gasolina, que foi para 0,26% após a queda de 0,02% em fevereiro. 
Segundo o IBGE, além dos alimentos e dos transportes, o grupo dos artigos de vestuário também apresentou aceleração na taxa de um mês para o outro, indo de -0,68% para 0,19%. Já os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram variações abaixo daquelas registradas em fevereiro. 
Na região metropolitana de Porto Alegre, o grupo alimentação e bebidas aumentou 1,85%, seguida das regiões metropolitanas de São Paulo (1,44%) e Curitiba (1,42%). Os resultados mais baixos do grupo foram registrados em Recife (0,17%) e Salvador (0,13%). 
Regiões 
O levantamento apurou que entre os índices regionais, os maiores foram os de Brasília (1,26%) e Rio de Janeiro (1,24%). Em Brasília o destaque foi a alta de 51,65% nas passagens aéreas, que, com peso de 1,62%, causaram impacto de 0,84 p.p. 
O menor índice foi o de Recife, onde os alimentos consumidos no domicílio tiveram queda de 0,12% em março. 
Fórmula 
O IPCA-15 usa os preços coletados entre 14 de fevereiro e 14 de março, comparados com aqueles vigentes de 16 de janeiro a 13 de fevereiro. 
O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. 
A metodologia utilizada é a mesma do IPCA. A diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. 
Da Redação
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