Brasil e Argentina fecham as bases para renovação do acordo automotivo | Boqnews
Foto: Governo do Rio/Divulgação
4 de junho de 2014

Brasil e Argentina fecham as bases para renovação do acordo automotivo

Brasil e Argentina fecharam as bases para a renovação do acordo automotivo, que garante o livre comércio de veículos e peças entre os dois países.

O acordo atual vence dia 30 de junho e, caso não fosse prorrogado, poderia significar a cobrança de alíquota de 35% sobre todos os bens automotivos, a mesma que incide sobre as mercadorias de outros países.

O acerto prevê o retorno da chamada cláusula “flex”, que vigorava até o ano passado. Ela estabelecia que, para cada US$ 1 milhão em veículos argentinos exportados ao Brasil, as fábricas brasileiras poderiam vender até US$ 1,95 milhão sem impostos.

Ficou definido que o teto para a venda sem impostos será menor. Segundo apurou a reportagem, em vez do flex de 1,95 a relação ficará em 1,6 ou 1,7, a depender da rodada de negociações finais.

Os termos foram definidos em reunião na segunda-feira (5) entre o ministro brasileiro Mauro Borges e a ministra argentina Débora Giorgi. Mas a decisão final cabe às presidentes Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, informou o Mdic (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). Segundo a pasta, elas decidirão sobre o índice flex que será usado e se o acordo firmado terá prazo de um ano ou mais.

A expectativa é que uma decisão seja tomada nos próximos dias e a assinatura do acordo seja feita na quarta-feira (11) na Argentina.

Vendas
O Brasil vem sentindo com força a crise econômica vivida pelo país vizinho. As vendas para lá vem caindo há oito meses.

Trata-se do terceiro maior parceiro comercial do Brasil e principal destino de manufaturados. Por isso, o acordo é tão importante para a indústria automotiva. De janeiro a maio deste ano, o Brasil vendeu US$ 1,2 bilhão em veículos para a Argentina, queda de 30% frente ao mesmo período do ano passado.

Renata Agostini, Da Redação
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