A palavra “progressista” é utilizada para designar as pessoas que são favoráveis a mudanças, mesmo prejudicando hábitos e tradições do povo. Já o indivíduo chamado “conservador” é aquele que se opõe às modificações na sociedade e não aceita inovações, sejam morais, sociais, políticas ou comportamentais.
Atualmente, tem surgido, cada vez mais, na população, uma nova e rara espécie: o indivíduo meio termo, o denominado “progressista conservador “. Trata-se daquele que acha que o conservador é careta demais e o progressista muito sonhador.
Esse critica tudo, mas não tem solução para nada. É o popular pessimista, sendo a pessoa que faz a crítica pela crítica, sem propor uma alternativa para o assunto e acaba mantendo tudo como está no momento.
Do contra
Enquanto uma parcela de pessoas tenta buscar soluções para melhorar a vida das comunidades em geral, a turma dos pessimistas se acumula nas esquinas (agora também nas redes sociais), para falar da vida alheia, do vizinho, do padeiro e até do padre. O grupo do “aqui não vai dar certo” acaba contagiando a maioria das pessoas, que fica com a impressão de que nada presta e que tudo está errado.
Um exemplo disso são as eleições nacionais. Desde as manifestações de rua em 2013, todo mundo prega que a reforma política poderá dar novo impulso ao desenvolvimento do País. Depois de dois anos, a Câmara Federal passou a discuti-la no plenário, mas não conseguiu concluir todos os seus pontos, justamente porque todo mundo quer mudança, mas ninguém tem uma proposta concreta para ser aprovada pela maioria dos parlamentares.
Santos vive, nesta década, uma era de oportunidades para o desenvolvimento econômico, que há tempos não se assiste na Cidade. Este é um momento único de se promover mudanças em várias áreas, com planejamento estratégico e responsável, como na saúde, na educação, no transporte, na assistência social e na segurança urbana, necessárias para atender as demandas da população e com boas perspectivas de crescimento para todos.
Qualificação
Apesar disso, surgem, de tempos em tempos, sujeitos para protestar contra as mudanças positivas na Cidade. Na década de 1990, um grupo de pessoas denominado “Turma do Não”, ditas comprometidas com o interesse dos santistas, notabilizou-se por criticar (e até impedir) que novos empreendimentos econômicos chegassem ao Município, apenas por questões políticas.
Na realidade, as pessoas que não mudam, não aprendem nada, nem vão a nenhum lugar. Transformam-se em prisioneiros de seus próprios preconceitos e inseguranças. Elas são verdadeiras reféns de suas ilusões. Pensam apenas em serem prudentes e críticas. Logo, nenhuma coisa importante acontecerá no horizonte.
Resta a lição, portanto, de que a evolução expande a nossa consciência e experiência sob todos os aspectos e ela pode ser uma das melhores formas de conquistar a qualidade de vida.
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