E a partir de setembro, mais um grupo de rádio AM/FM local passará a ser operado por um grupo evangélico. A tradicional Rádio Cultura, de propriedade da família Mansur, foi arrendada para a Igreja Plenitude do Trono de Deus.
Vai ficar
Depois de se enveredar na floresta política à procura de novo ninho, o vereador Hugo Duppré (PSDB) decidiu permanecer na agremiação tucana. Sua permanência foi estimulada pela possibilidade dele assumir o comando da Fundação Pró-Esportes (Fupes).
De volta à luta
O ex-vereador Braz Antunes, que recentemente deixou o PPS, vai entrar na disputa para recuperar a cadeira na Câmara de Santos, nas eleições do próximo ano. Desta feita, ele defenderá aos cores do PSD.
Santo nome em vão
Pegou mal para o deputado federal Beto Mansur (PRB) a citação, em ofício encaminhado ao vice-presidente Michel Temer, do nome do também deputado federal Baleia Rossi (PMDB) como um dos responsáveis pela indicação de profissionais à diretoria da Codesp.
Santo nome em vão II
Demostrando surpresa com o fato, Rossi foi taxativo ao dizer que não havia autorizado ninguém a falar em seu nome, bem como disse desconhecer os nomes indicados no ofício de Mansur, inclusive o dele
Cinto bem apertado
O previsível já começa a ocorrer entre as prefeituras da região. Com queda na arrecadação decorrente da crise econômica e o processo de recessão no primeiro semestre, os reflexos são sentidos pelas prefeituras. Quem não fez a lição de casa não terá fôlego para aguentar até o final do ano. Isso porque o segundo semestre é sempre pior em termos de arrecadação que o primeiro, sem contar o pagamento do 13º salário.
Cinto bem apertado II
São Vicente vive um drama cada vez maior. Sem receitas substanciais, os servidores estão com salários atrasados e as greves são frequentes. Guarujá, por sua vez, foi tomada pelo lixo em razão dos atrasos nos pagamentos à empresa responsável pela coleta. Não são poucos os secretários de finanças que não tem dormido direito nas últimas semanas. E vão dormir cada vez menos…
Cinto bem apertado III
Mesmo cidades ricas como Santos já enfrentam dificuldades. Na comparação do arrecadado no primeiro semestre – sempre melhor que o segundo – alguns índices ficaram abaixo dos 50%, sinalizando uma queda real na arrecadação. Dos R$ 1 bilhão 867 milhões estimados, o Município arrecadou R$ 928,2 milhões entre janeiro e junho. Ou seja, 49,7% do total. Na prática, um percentual insignificante, mas a pequena diferença representa quase R$ 3 milhões a menos do previsto só nesta metade do ano.
Cinto bem apertado IV
Deve-se lembrar que há concentração de arrecadação de determinados impostos no primeiro semestre, como o IPTU e IPVA, cujo valores arrecadados tendem a cair neste semestre. Preocupa também que o ISS, o maior imposto de arrecadação da cidade, ter ficado em 46% do originalmente previsto – levando em consideração a metade do ano (50%) – uma diferença de R$ 18 milhões. E como a crise se aprofunda, dificilmente a meta de arrecadação de R$ 450 milhões será atingida.
Bom negócio
Por sua vez, a cobrança do CIP, presente nas contas de luz de todos os munícipes, revela que a arrecadação que a Prefeitura teve com a iluminação pública paga para a empresa contratada nos meses de junho e julho superou a despesa em R$ 678 mil. Deve-se lembrar que a Prefeitura rescindiu o contrato de forma unilateral contra a CPFL na semana passada. O novo serviço será executado pelas empresas Fortnort (de Santos), Sadenco e Quantun. A primeira já executa várias obras no Município.
Tolerância zero
Falando em iluminação pública, alguns atentos munícipes consideraram ‘extremamente’ ágil a iniciativa da prefeitura em rescindir o contrato com a CPFL – vigorou durante apenas três meses -, e questionaram por qual razão não há a mesma agilidade em relação a outras empresas que prestam serviços ao Poder Público, principalmente em relação às obras executadas, cujos ritmos são – em sua maioria – bem lentos. Basta acompanhar os longos atrasos de entrega das obras nas placas instaladas nos canteiros.
Quem responde?
Será…
que depois de admitir ter ocupado irregularmente, de forma concomitante, cargos na esfera pública, o vice-prefeito de Santos, Eustázio Pereira, devolverá os salários recebidos indevidamente?
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