Indicado pelo deputado federal Leonardo Picciani (PMDB), homem de confiança da presidente Dilma Rousseff, o engenheiro José Alex Botelho de Oliva, que já atuou na Antaq – Agência Nacional de Transportes Aquaviários, e no Ministério dos Transportes, atracará em solo santista na primeira quinzena de novembro para assumir a presidência da Codesp. Junto com ele virão outros profissionais do Rio de Janeiro para ocupar diretorias e demais escalões da empresa.
Ação entre amigos
A divulgação pelo site Congresso em Foco, graças ao trabalho da ONG OPS – Operação Política Supervisionada, da contratação de serviços pelo deputado federal Beto Mansur (PRB) para um escritório de advocacia santista acusado de ter copiado textos na internet para elaboração de pareceres e recebido R$ 90 mil apenas neste ano mostra a fragilidade na fiscalização de verbas de cotas.
Ação entre amigos II
Usando recursos públicos, aliás, Mansur tem o hábito de solicitar consultorias ao escritório advocatício que pertence ao seu amigo e gasta a metade da sua cota para pagamentos à empresa. Na legislatura entre 2007-2010, dos R$ 611.547,30 despendidos pelo deputado, R$ 299 mil foram para os pareceres feitos pelo causídico. Na legislatura passada (2011-2014), Mansur gastou R$ 1 milhão 379 mil, sendo R$ 681 mil pagos ao escritório do amigo.
Ação entre amigos III
Tal prática, infelizmente, é frequente. Além dos salários de R$ 33,7 mil que cada deputado tem direito e outras vantagens, eles podem ainda gastar entre R$ 28 mil e R$ 41,6 mil mensais dentro das cotas para o exercício da atividade parlamentar, o cotão, cujas notas são reembolsadas pela Câmara.
Gastão e Tio Patinhas
O gasto com o dinheiro público é variável de acordo com as necessidades (?) e interesses dos parlamentares. Alguns são mais gastões, outros menos. Da região e Vale do Ribeira, Samuel Moreira (PSDB) já gastou – de fevereiro a setembro – R$ 190,4 mil; Beto Mansur (PRB), R$ 162,8 mil; e Marcelo Squassoni (PRB), R$ 124,3 mil.
Gastão e Tio Patinhas II
Os mais comedidos com os recursos públicos são João Paulo Tavares Papa (PSDB), com R$ 87.880,31 e Bruno Covas (PSDB), com R$ 60.622,50.
Até no recesso
Em primeiro mandato, a maior despesa de Squassoni é com a locação do luxuoso Corolla Xei 2.0, blindado nível IIIA, para circular por Brasília, ao custo mensal de R$ 6 mil pagos via cotão. O curioso é que o valor foi reembolsado mesmo durante o período de recesso parlamentar em julho, conforme fatura 583 da empresa Nevada Rent a Car.
PPS no VLT eleitoral
Está sendo acertada a adesão de mais uma sigla ao VLT, que ganhará mais um vagão em 2017: PPS 23. O pedido para a inclusão dos antigos comunistas neste voo foi dos presidentes estadual e nacional da legenda, deputados Davi Zaia (estadual) e Roberto Freire (federal) direto ao governador Geraldo Alckmin. Ambos querem dar chances à reeleição do vereador Marcelo Del Bosco, único do partido na Cidade. O prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), mesmo contrariado, deve atender ao pedido de Alckmin.
Fica ou vai?
O secretário de Cultura, professor Fabião, vive um dilema. No fundo, sua vontade é sair do PSB e cair na Rede, de Marina Silva, a qual tem afinidade ideológica. Porém, teme fazer isso e não honrar o compromisso com os mais de 30 mil eleitores que o elegeram suplente de deputado estadual.
Fica ou vai II?
Quem não esconde o desejo da saída de Fabião do PSB é o presidente da legenda em Santos, vereador Benedito Furtado.
De olho nos terminais
A Secretaria do Meio Ambiente de Santos tem redobrado a atenção sobre os terminais de granéis líquidos, gasosos e contêineres da área portuária para controlar as fontes de emissão de poluentes na atmosfera e na rede de drenagem do porto. Ao todo, 19 empresas já foram vistoriadas e sete foram intimadas.
Farmácia animal
Preocupado com os preços dos remédios para tratamento de doenças da causa animal, o deputado estadual Paulo Corrêa Jr (PEN) encaminhou proposta à Assembleia para implantação da Farmácia Veterinária Popular, de forma a baratear os custos e evitar abandonos pelos donos.
Quem responde?
Em razão…
da acentuada queda na arrecadação de tributos, quantas prefeituras da região conseguirão honrar seus compromissos com o funcionalismo neste final de ano?
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