A Leitura – Uma Condessa, Uma Cigana, e o Amolador de facas estreia dia 30 | Boqnews

Teatro

20 DE JUNHO DE 2016

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A Leitura – Uma Condessa, Uma Cigana, e o Amolador de facas estreia dia 30

Espetáculo é uma homenagem aos precursores do Rádio santista do grupo Tep

Por: Da Redação

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net3 O TEP, Teatro Experimental de Pesquisas, um dos grupos mais antigos da região em atividades constantes (47 anos), dos quais os últimos 27 vinculados a Unisanta, depois de aproximadamente um ano de ensaios e experimentos junto ao seu potencial público (leituras dramáticas, aberturas de processo e ensaios gerais) estréia seu novo mais novo trabalho, o espetáculo “A LEITURA – Uma Condessa, Uma Cigana, e O Amolador de facas”, em que homenageia os precursores do Rádio santista, com acento especial à artista vicentina IVANI RIBEIRO, no ano em que se celebra o centenário do seu nascimento.

A estreia do espetáculo acontecerá na próxima quinta-feira (30), às 20h30, no Teatro Municipal Brás Cubas (Av. Pinheiro Machado, 48), encerrando a programação do 20º Festival de Cenas Teatrais e será dedicada ao GAPA/BS, contando para tanto com a contribuição de 1 kg de alimento não perecível.

O espetáculo, com texto e direção assinados por Gilson de Melo Barros, conta a história de Vilma Simone, de família nobre italiana que, em idade adulta, em delírios febris, acreditando ser Ivani Ribeiro, relembra seus momentos de ascensão (anos 30 e 40 do século passado) pelos corredores das rádios santistas, onde se depara com os grandes astros da época, precursores da radiodifusão, e estrelas da nossa história regional, como Rosinha Mastrângelo e Dindinha Sinhá.

net2Em registro cômico, acentuado pela tônica melodramática adotada pela montagem, o espetáculo convida à uma reflexão sobre os limites entre a sanidade e a loucura, trazendo em si signos  que possam nos remeter tais circunstâncias, como os apontados pelos figurinos criados pelo grupo em oficinas de trabalho  que alardeiam as paixões barrocas de Arthur Bispo do Rosário, as interpretações cubistas dos atores a se perder em labirintos de ecos urbanos, a maquiagem que associa a máscara do Teatro No com tons de farsa, criada pelo artista Fernando Pompeu, e a quase ausência de diálogos, também com influências do teatro oriental primitivo, acentuando de certa forma uma certa carência de  concórdia, tão presente nestes nossos tempos intolerantes.

Organizando-se neste espírito “cornucópico” transgredindo diferenças, o coletivo da montagem compõe-se sem suas diferenças observáveis:

Elenco
Silvio Roupa (77), Lindalva Parolini (71), Silvio Pinto (64), Gabriela Santana (42), Bárbara Brawn (27), Daniel Sette (24), Tales Ordakji (18) e Izabelle Aparecida (17).

Maquiagem
Fernando Pompeu (52)
Fisiologia do movimento – Arlaine Gomes (53)
Direção – Gilson de Melo Barros (61)

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