Plantio irregular de árvores preocupa vereador e pode gerar riscos em Santos
O plantio irregular de árvores e vegetação em áreas públicas de Santos voltou a ser tema de debate na Câmara Municipal.
Um requerimento apresentado pelo vereador Zequinha Teixeira solicita informações da Prefeitura sobre as medidas adotadas para evitar que moradores realizem plantações sem autorização.
Segundo ele, a prática vem causando transtornos em diferentes regiões da cidade.
Situações registradas em diferentes bairros
De acordo com o parlamentar, o problema já afeta a mobilidade urbana e a segurança de motoristas, ciclistas e pedestres.
Um dos exemplos citados está na Avenida Pedro Lessa, onde árvores e vegetais plantados de forma irregular cresceram junto ao meio-fio.
Com o crescimento da vegetação, galhos acabam atingindo veículos estacionados ou em circulação, provocando arranhões e outros danos.
O vereador lembra que já havia questionado o assunto anteriormente e recebeu da Prefeitura a informação de que os vegetais mencionados não foram plantados pelo Município.
Impactos na ciclovia do Canal 5
Além da Avenida Pedro Lessa, o Canal 5 também foi citado no requerimento. Segundo Teixeira, há trechos da ciclovia onde o crescimento excessivo da vegetação prejudica a circulação e reduz a visibilidade de quem utiliza o espaço.
O parlamentar afirma que o problema afeta tanto ciclistas quanto motoristas e merece atenção para evitar maiores transtornos no futuro.
Preocupação com a infraestrutura
Outro ponto destacado é o avanço das raízes, que pode comprometer calçadas e estruturas próximas aos canais. Em alguns locais, segundo o vereador, há árvores plantadas muito próximas umas das outras, sem o espaçamento adequado.
Por isso, ele defende um planejamento técnico para a arborização urbana, evitando que ações bem-intencionadas acabem gerando problemas estruturais para a cidade.
Pedido de esclarecimentos
No requerimento, Teixeira questiona quais medidas o Executivo vem adotando para impedir o plantio irregular de árvores e plantas em áreas públicas.
Também pede informações sobre eventuais autuações aplicadas pela fiscalização e se existe previsão para a remoção da vegetação plantada sem autorização.
Aliás, vale mencionar que fotos dos locais apontados foram anexadas ao documento encaminhado à Prefeitura.