Quem paga a conta?
O aumento expressivo da demanda no atendimento da UPA Central, cuja média diária era de até 500 casos (com projeção máxima de 600 atendidos/dia), revela um dado mais preocupante. Como as despesas previstas para a unidade previam um limite de pessoas atendidas, na prática a situação tem sido bem diferente, pois a unidade já registrou […]
O aumento expressivo da demanda no atendimento da UPA Central, cuja média diária era de até 500 casos (com projeção máxima de 600 atendidos/dia), revela um dado mais preocupante.
Como as despesas previstas para a unidade previam um limite de pessoas atendidas, na prática a situação tem sido bem diferente, pois a unidade já registrou mais de 900 pacientes/dia, gerando sobrecarga e demora maior ao público.
Não bastasse, o valor a ser pago à Organização Social Fundação ABC, que gerencia a UPA, também tende a crescer, criando um verdadeiro hiato entre os valores orçamentários previstos e as faturas a serem cobradas.