Quem já recorreu ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) sabe que a agilidade na chegada da ambulância de resgate pode ser a diferença entre a vida e a morte de um paciente. Tão ágil como as ambulâncias do órgão deve ser o atendimento telefônico realizado pelas centrais de regulação, que atendem as chamadas ao serviço por todo o País. No entanto, a maioria dessas centrais sofre com trotes e a falta de informação dos usuários.
Este também é o quadro na Central de Regulação do SAMU Regional Litoral Sul, em Itanhaém. A unidade é responsável pelo atendimento de ligações oriundas de Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe e Pedro de Toledo, e sua central de regulação tem média de 80 ligações por dia em 2013, com uma média de cinco trotes diários. De 1º de janeiro a 30 de abril deste ano, o SAMU 192 recebeu 9661 ligações, sendo que 628 foram trotes.
“O trote é uma grande dificuldade, pois deixa um de nossos atendentes de regulação ocupado com a obtenção de dados e ainda faz com que desloquemos uma viatura para locais que não precisam de atendimento, prejudicando, por vezes, outro chamado de alguém que realmente precisa do serviço de urgência”, explicou Coordenadora Administrativa do SAMU Regional Litoral Sul, Ana Paula de Lima.
Outro problema enfrentado nos atendimentos telefônicos é a falta de compreensão, por parte do usuário, de que informações como localização e ponto de referência da chamada são necessárias. No entanto, os questionamentos mais importantes são aqueles sobre detalhes das condições clínicas do paciente como a sua consciência, respiração, antecedentes de saúde e se há sangramento ou não.
Para Priscila Santana, telefonista auxiliar de regulação médica do SAMU Regional Litoral Sul, o objetivo final de todo o processo é agilizar ao máximo o atendimento ao paciente. “Todas as perguntas que fazemos na ligação são importantes para o paciente ser atendido com rapidez e eficiência. Muitas vezes os usuários não entendem o porquê de tantas perguntas. Na verdade, assim que acabamos o atendimento o corpo médico da unidade avalia as informações e define como aquele caso deve ser tratado e qual ambulância devemos usar, por exemplo”, contou.
Em Itanhaém o SAMU Regional Litoral Sul dispõe de dois tipos de ambulância: as Unidades de Serviço Básico (USB), são indicadas para casos de urgência sem risco de morte; enquanto as Unidades de Serviço Avançado (USA) atuam em casos de emergência, onde o paciente necessita de assistência médica imediata. O serviço é gratuito e está disponível 24 horas por dia, todos os dias, pelo telefone 192.
Quem já recorreu ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) sabe que a agilidade na chegada da ambulância de resgate pode ser a diferença entre a vida e a morte de um paciente. Tão ágil como as ambulâncias do órgão deve ser o atendimento telefônico realizado pelas centrais de regulação, que atendem as chamadas ao serviço por todo o País. No entanto, a maioria dessas centrais sofre com trotes e a falta de informação dos usuários.
Este também é o quadro na Central de Regulação do SAMU Regional Litoral Sul, em Itanhaém. A unidade é responsável pelo atendimento de ligações oriundas de Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe e Pedro de Toledo, e sua central de regulação tem média de 80 ligações por dia em 2013, com uma média de cinco trotes diários. De 1º de janeiro a 30 de abril deste ano, o SAMU 192 recebeu 9661 ligações, sendo que 628 foram trotes.
“O trote é uma grande dificuldade, pois deixa um de nossos atendentes de regulação ocupado com a obtenção de dados e ainda faz com que desloquemos uma viatura para locais que não precisam de atendimento, prejudicando, por vezes, outro chamado de alguém que realmente precisa do serviço de urgência”, explicou Coordenadora Administrativa do SAMU Regional Litoral Sul, Ana Paula de Lima.
Outro problema enfrentado nos atendimentos telefônicos é a falta de compreensão, por parte do usuário, de que informações como localização e ponto de referência da chamada são necessárias. No entanto, os questionamentos mais importantes são aqueles sobre detalhes das condições clínicas do paciente como a sua consciência, respiração, antecedentes de saúde e se há sangramento ou não.
Para Priscila Santana, telefonista auxiliar de regulação médica do SAMU Regional Litoral Sul, o objetivo final de todo o processo é agilizar ao máximo o atendimento ao paciente. “Todas as perguntas que fazemos na ligação são importantes para o paciente ser atendido com rapidez e eficiência. Muitas vezes os usuários não entendem o porquê de tantas perguntas. Na verdade, assim que acabamos o atendimento o corpo médico da unidade avalia as informações e define como aquele caso deve ser tratado e qual ambulância devemos usar, por exemplo”, contou.
Em Itanhaém o SAMU Regional Litoral Sul dispõe de dois tipos de ambulância: as Unidades de Serviço Básico (USB), são indicadas para casos de urgência sem risco de morte; enquanto as Unidades de Serviço Avançado (USA) atuam em casos de emergência, onde o paciente necessita de assistência médica imediata. O serviço é gratuito e está disponível 24 horas por dia, todos os dias, pelo telefone 192.