Capacitação é forma de melhorar a colocação no mercado de trabalho | Boqnews
Capacitação é forma de melhorar a colocação no mercado de trabalho
Em um mundo cada vez mais competitivo, é preciso estar preparado para encarar de frente os grandes desafios. E isso passa por uma palavra: capacitação. Hoje em dia, ter uma graduação já não tem mais um peso tão grande na hora de uma contratação como em tempos recentes. Por esse motivo, a procura por cursos de pós-graduação tem sido cada vez maior.

E as instituições da Baixada Santista, atentas a esse movimento de mercado, tem se estruturado cada vez mais para oferecer ao público cursos de especialização à altura do que as empresas tem solicitado. Com o bom momento econômico vivido pelo Brasil e refletido na região, a movimentação em busca de qualificação é grande, assim como a variedade de áreas e especialidades.  (confira no quadro ao lado).

No Brasil, os cursos de pós-graduação se dividem em duas vertentes: stricto sensu e lato sensu. O primeiro é voltado à formação científica e acadêmica focada em pesquisas; já o segundo é mais direcionado à especialização profissional e para as pessoas que desejam uma atualização nos aprendizados adquiridos durante o curso de graduação. Mais recentemente, surgiu uma outra vertente de pós, a MBA (Master in Business Administration ou Mestrado em Administração em Negócios).

Comunicação - Uma das novidades na região neste primeiro semestre será o curso de pós-graduação Lato Sensu (Especialização) em Gestão em Comunicação Estratégica e Marketing da Universidade Santa Cecília (Unisanta).

O objetivo é formar profissionais capazes de atuar no gerenciamento de ações de comunicação integrada e de marketing, com a capacidade de refletir e de analisar as principais práticas atuais do mercado empresarial e institucional. As inscrições estão abertas. Informações: 3202-7114.


Valorização salarial

Segundo  estudo do IBGE, quem possui uma pós pode ganhar até 107% a mais que os graduados, valor que faz toda a diferença. Mas é preciso fazer a escolha certa para que o dinheiro investido no curso não seja desperdiçado.

A consultora de Recursos Humanos Roberta Trigo destaca que o interessado deve optar por uma especialização dentro da sua área de atuação. "Não adianta sair correndo, sem ter experiência, e fazer uma pós pensando somente em aumentar os ganhos. O objetivo desta especialização é otimizar elementos, suprir necessidades que surgiram durante a graduação".

De acordo com ela, em áreas mais técnicas, como Engenharia e Medicina, a pós surge como método para ampliar a visão sobre um fato. "Seria o complemento da faculdade, uma forma de expandir ainda mais os conhecimentos em uma área". A melhora da empregabilidade - e, logo, do salário - é uma das consequências de quem faz a escolha certa, opina Roberta. "Assim, é possível buscar outros nichos profissionais que, antes, não eram possíveis. A facilidade de gerenciar um projeto grande dentro da empresa é maior, por exemplo", aponta, também lembrando das MBAs, com boas oportunidades de capacitação.

Mestrado e doutorado - Há quem busque especializações voltadas para as áreas acadêmicas e de pesquisa. Para isso, o mestrado e doutorado são fundamentais. Na Baixada, são oferecidos pela Unisanta, Unifesp, Unimes, Unilus, além da Unisantos, que também oferece doutorado nas áreas de Direito e Saúde Coletiva.


Inglês depois dos 30

Há anos o inglês é o diferencial no currículo e em diversas áreas, torna-se obrigatório. Porém, há quase duas décadas  o idioma não era tão cobrado quanto hoje, por isso, pessoas com mais de 30 anos estão procurando este aperfeiçoamento para não perder oportunidades de trabalho.

Uma das proprietárias da PBF - unidade Ponta da Praia, Maria Cristina Pereira da Silva, revela que as pessoas mais velhas querem dominar a língua para não perder promoções profissionais. É o caso do administrador de empresa, Marcelo Herze Durazzo, que voltou ao curso de inglês no final de 2012. "Já estudei o idioma antes, mas como você acaba não exercitando, perde a prática", diz. O administrador afirma que a ausência da fluência faz a diferença em algumas profissões, ainda mais em um mundo corporativo cada vez mais globalizado. 

Segundo Maria, além dos adultos terem a sensação do tempo perdido, sentem-se envergonhados pela falta de domínio da língua.  A profissional afirma que a maior dificuldade está no nível emocional.  "Eles têm vergonha de não saberem o idioma, medo da exposição e repreensão", conta. A falta de tempo também é um empecilho para não estudar e por isso muitas escolas oferecem o atendimento VIP, que consiste em aulas particulares em horário flexível.
 
Turismo - Depois dos 30, com a estabilidade financeira, muitos desejam viajar ao exterior e para aproveitar melhor a visita optam em fazer um curso de inglês.  Eliane Cilplinkli, co-proprietária da unidade PBF, explica que o  curso é específico e focado no cotidiano do turista. "Ele fica independente no exterior. Sabe ir a um restaurante, fazer seus pedidos e compras sem precisar de ninguém". Um ano e meio de estudos é suficiente para aproveitar as viagens. 





22 de fevereiro de 2013

Capacitação é forma de melhorar a colocação no mercado de trabalho

Em um mundo cada vez mais competitivo, é preciso estar preparado para encarar de frente os grandes desafios. E isso passa por uma palavra: capacitação. Hoje em dia, ter uma graduação já não tem mais um peso tão grande na hora de uma contratação como em tempos recentes. Por esse motivo, a procura por cursos de pós-graduação tem sido cada vez maior.
E as instituições da Baixada Santista, atentas a esse movimento de mercado, tem se estruturado cada vez mais para oferecer ao público cursos de especialização à altura do que as empresas tem solicitado. Com o bom momento econômico vivido pelo Brasil e refletido na região, a movimentação em busca de qualificação é grande, assim como a variedade de áreas e especialidades.  (confira no quadro ao lado).
No Brasil, os cursos de pós-graduação se dividem em duas vertentes: stricto sensu e lato sensu. O primeiro é voltado à formação científica e acadêmica focada em pesquisas; já o segundo é mais direcionado à especialização profissional e para as pessoas que desejam uma atualização nos aprendizados adquiridos durante o curso de graduação. Mais recentemente, surgiu uma outra vertente de pós, a MBA (Master in Business Administration ou Mestrado em Administração em Negócios).
Comunicação – Uma das novidades na região neste primeiro semestre será o curso de pós-graduação Lato Sensu (Especialização) em Gestão em Comunicação Estratégica e Marketing da Universidade Santa Cecília (Unisanta).
O objetivo é formar profissionais capazes de atuar no gerenciamento de ações de comunicação integrada e de marketing, com a capacidade de refletir e de analisar as principais práticas atuais do mercado empresarial e institucional. As inscrições estão abertas. Informações: 3202-7114.
Valorização salarial
Segundo  estudo do IBGE, quem possui uma pós pode ganhar até 107% a mais que os graduados, valor que faz toda a diferença. Mas é preciso fazer a escolha certa para que o dinheiro investido no curso não seja desperdiçado.
A consultora de Recursos Humanos Roberta Trigo destaca que o interessado deve optar por uma especialização dentro da sua área de atuação. “Não adianta sair correndo, sem ter experiência, e fazer uma pós pensando somente em aumentar os ganhos. O objetivo desta especialização é otimizar elementos, suprir necessidades que surgiram durante a graduação”.
De acordo com ela, em áreas mais técnicas, como Engenharia e Medicina, a pós surge como método para ampliar a visão sobre um fato. “Seria o complemento da faculdade, uma forma de expandir ainda mais os conhecimentos em uma área”. A melhora da empregabilidade – e, logo, do salário – é uma das consequências de quem faz a escolha certa, opina Roberta. “Assim, é possível buscar outros nichos profissionais que, antes, não eram possíveis. A facilidade de gerenciar um projeto grande dentro da empresa é maior, por exemplo”, aponta, também lembrando das MBAs, com boas oportunidades de capacitação.
Mestrado e doutorado – Há quem busque especializações voltadas para as áreas acadêmicas e de pesquisa. Para isso, o mestrado e doutorado são fundamentais. Na Baixada, são oferecidos pela Unisanta, Unifesp, Unimes, Unilus, além da Unisantos, que também oferece doutorado nas áreas de Direito e Saúde Coletiva.
Inglês depois dos 30
Há anos o inglês é o diferencial no currículo e em diversas áreas, torna-se obrigatório. Porém, há quase duas décadas  o idioma não era tão cobrado quanto hoje, por isso, pessoas com mais de 30 anos estão procurando este aperfeiçoamento para não perder oportunidades de trabalho.
Uma das proprietárias da PBF – unidade Ponta da Praia, Maria Cristina Pereira da Silva, revela que as pessoas mais velhas querem dominar a língua para não perder promoções profissionais. É o caso do administrador de empresa, Marcelo Herze Durazzo, que voltou ao curso de inglês no final de 2012. “Já estudei o idioma antes, mas como você acaba não exercitando, perde a prática”, diz. O administrador afirma que a ausência da fluência faz a diferença em algumas profissões, ainda mais em um mundo corporativo cada vez mais globalizado. 
Segundo Maria, além dos adultos terem a sensação do tempo perdido, sentem-se envergonhados pela falta de domínio da língua.  A profissional afirma que a maior dificuldade está no nível emocional.  “Eles têm vergonha de não saberem o idioma, medo da exposição e repreensão”, conta. A falta de tempo também é um empecilho para não estudar e por isso muitas escolas oferecem o atendimento VIP, que consiste em aulas particulares em horário flexível.
 
Turismo – Depois dos 30, com a estabilidade financeira, muitos desejam viajar ao exterior e para aproveitar melhor a visita optam em fazer um curso de inglês.  Eliane Cilplinkli, co-proprietária da unidade PBF, explica que o  curso é específico e focado no cotidiano do turista. “Ele fica independente no exterior. Sabe ir a um restaurante, fazer seus pedidos e compras sem precisar de ninguém”. Um ano e meio de estudos é suficiente para aproveitar as viagens. 

Da Redação
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