Somente agora a Câmara começará analisar o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), previsto no Estatuto das Cidades há uma década, e enviado pela Prefeitura recentemente. O objetivo é identificar e avaliar alguns itens, como adensamento populacional, equipamentos urbanos, serviços públicos, entre outros. Cada documento terá um diagnóstico, com a descrição dos impactos que cada empreendimento pode provocar.
A ideia é boa, pena que demorou para ser discutida. Afinal, depois da implantação do novo Plano Diretor, em julho passado, mais de 100 novos empreendimentos se beneficiaram com a lei anterior, bem mais liberal. Assim, a medida só terá validade prática para empreendimentos futuros e o impacto será mínimo na Zona Leste santista, justamente a mais atingida pelos espigões.
Chegou tarde
Somente agora a Câmara começará analisar o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), previsto no Estatuto das Cidades há uma década, e enviado pela Prefeitura recentemente. O objetivo é identificar e avaliar alguns itens, como adensamento populacional, equipamentos urbanos, serviços públicos, entre outros. Cada documento terá um diagnóstico, com a descrição dos impactos que cada empreendimento pode provocar.
A ideia é boa, pena que demorou para ser discutida. Afinal, depois da implantação do novo Plano Diretor, em julho passado, mais de 100 novos empreendimentos se beneficiaram com a lei anterior, bem mais liberal. Assim, a medida só terá validade prática para empreendimentos futuros e o impacto será mínimo na Zona Leste santista, justamente a mais atingida pelos espigões.