Em qualquer tipo de esporte, a superação e a dedicação são qualidades que precisam ser cultivadas diariamente. E para o judoca itanhaense Guilhermes Novaes, que não possui um dos braços, as duas qualidades se tornaram fundamentais para se tornar um atleta de judô, modalidade esportiva que ele pratica há 12 anos.
Há 12 anos, Guilhermes Novaes, que tem hoje 16 anos de idade, viu o esporte nipônico pela primeira vez. A inspiração surgiu com o incentivo do pai que sempre foi aficionado por judô. Logo de cara, o itanhaense gostou do esporte, mesmo tendo que conviver com a dificuldade proporcionada pela falta de um dos membros, provocada por um problema de nascença.
Para compensar a barreira, Guilhermes intensificou seu treino de pernas e a sua velocidade de movimentação no tatame. Esse recurso permitiu inclusive que ele lutasse com atletas que tem os dois braços, o que, aliás, sempre foi rotina nos seus treinamentos desde os quatro anos de idade. Ele treina toda terça e sexta-feira, na E.M. Ana Cândida Ebling de Oliveira.
O amigo e companheiro de tatame, Elias Vitório exalta a postura que Guilhermes tem em relação ao tratamento dos demais colegas de treinos. “Ele não se deixa levar por sua condição. O Guilhermes exige que o trate de maneira normal, tanto na vida pessoal como nos treinos e por isso damos muito trabalho na hora de aperfeiçoar um novo golpe”.
A evolução contínua e a adaptação ao esporte fez surgir a oportunidade de participar de competições, como torneios municipais, campeonatos paulistas e Jogos Regionais. A primeira medalha veio em uma etapa realizada em Itanhaém, na qual o ainda menino, com seis anos, conquistou o ouro.
O atleta tem como sonho poder representar o Brasil nas paraolimpíadas, que será realizada em 2016, no Rio de Janeiro. Além disso, o jovem, que cursa o terceiro ano do Ensino Médio, pensa em fazer uma faculdade. “O meu sonho é poder um dia representar o meu país numa paraolimpíada. Quero ainda cursar a faculdade de Educação Física”.
O treinador José Francisco Bezerra explica o quão representa a presença de Guilhermes para os demais judocas. “Ele mostra a cada treino um exemplo de superação e vontade de viver. Isso motiva os outros atletas que veem nele uma postura aplicada e disciplina ao esporte. O Guilhermes é motivo de orgulho não só pra mim, mas para todos nós”.
Em qualquer tipo de esporte, a superação e a dedicação são qualidades que precisam ser cultivadas diariamente. E para o judoca itanhaense Guilhermes Novaes, que não possui um dos braços, as duas qualidades se tornaram fundamentais para se tornar um atleta de judô, modalidade esportiva que ele pratica há 12 anos.
Há 12 anos, Guilhermes Novaes, que tem hoje 16 anos de idade, viu o esporte nipônico pela primeira vez. A inspiração surgiu com o incentivo do pai que sempre foi aficionado por judô. Logo de cara, o itanhaense gostou do esporte, mesmo tendo que conviver com a dificuldade proporcionada pela falta de um dos membros, provocada por um problema de nascença.
Para compensar a barreira, Guilhermes intensificou seu treino de pernas e a sua velocidade de movimentação no tatame. Esse recurso permitiu inclusive que ele lutasse com atletas que tem os dois braços, o que, aliás, sempre foi rotina nos seus treinamentos desde os quatro anos de idade. Ele treina toda terça e sexta-feira, na E.M. Ana Cândida Ebling de Oliveira.
O amigo e companheiro de tatame, Elias Vitório exalta a postura que Guilhermes tem em relação ao tratamento dos demais colegas de treinos. “Ele não se deixa levar por sua condição. O Guilhermes exige que o trate de maneira normal, tanto na vida pessoal como nos treinos e por isso damos muito trabalho na hora de aperfeiçoar um novo golpe”.
A evolução contínua e a adaptação ao esporte fez surgir a oportunidade de participar de competições, como torneios municipais, campeonatos paulistas e Jogos Regionais. A primeira medalha veio em uma etapa realizada em Itanhaém, na qual o ainda menino, com seis anos, conquistou o ouro.
O atleta tem como sonho poder representar o Brasil nas paraolimpíadas, que será realizada em 2016, no Rio de Janeiro. Além disso, o jovem, que cursa o terceiro ano do Ensino Médio, pensa em fazer uma faculdade. “O meu sonho é poder um dia representar o meu país numa paraolimpíada. Quero ainda cursar a faculdade de Educação Física”.
O treinador José Francisco Bezerra explica o quão representa a presença de Guilhermes para os demais judocas. “Ele mostra a cada treino um exemplo de superação e vontade de viver. Isso motiva os outros atletas que veem nele uma postura aplicada e disciplina ao esporte. O Guilhermes é motivo de orgulho não só pra mim, mas para todos nós”.