"Escrever para crianças não é muito diferente do que escrever para adultos. Tento fazer com humor". Foi com esse respeito ao público infantil que o escritor José Roberto Torero, autor com 30 títulos publicados, sendo metade de infantojuvenis, esteve na Biblioteca Municipal de Cubatão na quarta-feira (27).
Durante o encontro com crianças de três escolas da cidade, Torero se transformou em um contador de histórias, inventando uma narrativa junto com os alunos. "Nesses encontros, podemos mostrar para as crianças como funcionam as histórias, as viradas e como os finais podem ter versões diferentes.
Engraçado que toda vez que mostro finais alternativos as crianças preferem os mais assustadores. Tem que ser assustador, senão não tem graça", disse após inventar uma histórias em que um grupo de crianças preso em uma loja de brinquedos durante à noite é perseguido por brinquedos. "Todo mundo sabe que os brinquedos ganham vida à noite".
Ele conta que essa predieção das crianças o fez pensar em criar uma série de livros entitulada "História sangrenta do Brasil para crianças", mas ainda não convenceu uma editora a publicar a ideia.
Nesses encontros com crianças, Torero diz que não é comum que apareçam ideias para histórias, mas mesmo assim ele presta atenção no tom com que as crianças abordam os assuntos, muito útil para o autor levar para as narrativas.
O autor
Torero nasceu em Santos, em 1963. É jornalista, escritor, cineasta e roteirista. Formou-se em Letras e Jornalismo pela Universidade de São Paulo - USP. Iniciou, sem concluir, cursos de pós-graduação em Cinema e Roteiro. Sua carreira de cronista começou no Jornal da Tarde, de São Paulo, e posteriormente passou a escrever textos sobre futebol para a revista Placar e o jornal Folha de S. Paulo.
É autor do best-seller "O Chalaça", Prêmio Jabuti em 1995, de "Terra Papagalli", (1997), em co-autoria com seu amigo Marcus Aurelius Pimente, "Santos, um time dos céus" (1998) e do romance "Xadrez, truco e outras guerras" (1998). Como cineasta, dirigiu e escreveu curtas-metragens - dentre os quais se destaca o premiado "Amor!" - e trabalhou como roteirista nos longas "A Felicidade é" e "Pequeno Dicionário Amoroso". Tem se destacado também na literatura infanto-juvenil com os livros "Naná descobre o céu" (2005) e "Pequeno rei e o parque real" (2007).
Mantém um blog no portal UOL, o Blog do Torero. Publica também o Blog do Lelê, seu sobrinho fictício, iniciado durante a Copa do Mundo de 2006.
“Escrever para crianças não é muito diferente do que escrever para adultos. Tento fazer com humor”. Foi com esse respeito ao público infantil que o escritor José Roberto Torero, autor com 30 títulos publicados, sendo metade de infantojuvenis, esteve na Biblioteca Municipal de Cubatão na quarta-feira (27).
Durante o encontro com crianças de três escolas da cidade, Torero se transformou em um contador de histórias, inventando uma narrativa junto com os alunos. “Nesses encontros, podemos mostrar para as crianças como funcionam as histórias, as viradas e como os finais podem ter versões diferentes.
Engraçado que toda vez que mostro finais alternativos as crianças preferem os mais assustadores. Tem que ser assustador, senão não tem graça”, disse após inventar uma histórias em que um grupo de crianças preso em uma loja de brinquedos durante à noite é perseguido por brinquedos. “Todo mundo sabe que os brinquedos ganham vida à noite”.
Ele conta que essa predieção das crianças o fez pensar em criar uma série de livros entitulada “História sangrenta do Brasil para crianças”, mas ainda não convenceu uma editora a publicar a ideia.
Nesses encontros com crianças, Torero diz que não é comum que apareçam ideias para histórias, mas mesmo assim ele presta atenção no tom com que as crianças abordam os assuntos, muito útil para o autor levar para as narrativas.
O autor
Torero nasceu em Santos, em 1963. É jornalista, escritor, cineasta e roteirista. Formou-se em Letras e Jornalismo pela Universidade de São Paulo – USP. Iniciou, sem concluir, cursos de pós-graduação em Cinema e Roteiro. Sua carreira de cronista começou no Jornal da Tarde, de São Paulo, e posteriormente passou a escrever textos sobre futebol para a revista Placar e o jornal Folha de S. Paulo.
É autor do best-seller “O Chalaça”, Prêmio Jabuti em 1995, de “Terra Papagalli”, (1997), em co-autoria com seu amigo Marcus Aurelius Pimente, “Santos, um time dos céus” (1998) e do romance “Xadrez, truco e outras guerras” (1998). Como cineasta, dirigiu e escreveu curtas-metragens – dentre os quais se destaca o premiado “Amor!” – e trabalhou como roteirista nos longas “A Felicidade é” e “Pequeno Dicionário Amoroso”. Tem se destacado também na literatura infanto-juvenil com os livros “Naná descobre o céu” (2005) e “Pequeno rei e o parque real” (2007).
Mantém um blog no portal UOL, o Blog do Torero. Publica também o Blog do Lelê, seu sobrinho fictício, iniciado durante a Copa do Mundo de 2006.