Com a expertise de quem já atuou em diversos países da América e de demais que passaram por calamidades, seis médicas cubanas que integram o Programa Mais Médicos, do Governo Federal, se apresentaram na manhã da última sexta-feira, 1º, na Secretaria de Saúde de Guarujá. As profissionais vão atuar nas unidades de Atenção Básica e Saúde da Família, junto aos cinco primeiro médicos que chegaram à Cidade em setembro.
“Estamos trazendo para o País nossa experiência, somos ‘madres’ da medicina familiar por isso temos resultados e referência mundial. Estamos aqui para promover saúde”, disse a médica Marilenis de La Caridade Figallier Murillo.
O Secretário de Saúde deu as boas-vindas e explicou a expectativa da população de Guarujá sobre a presença dos médicos estrangeiros, assim como o perfil do morador de cidade e da população flutuante na temporada. “Guarujá, assim como a América do Sul, tem a medicina com foco curativista. Queremos mudar esse modelo de assistência e focar cada vez mais na Atenção Básica, porque entendemos que tratar o paciente na urgência e emergência não resolve as causas dos problemas. A chegada de vocês faz parte dessa mudança”.
A médica Maitha Leonor aproveitou para obter mais informações sobre as questões relacionadas à Saúde, como doenças com mais incidência e casos de epidemias. O secretário-adjunto de Saúde falou sobre o sistema e assistência da rede, explicou que obesidade, hipertensão, diabetes e crônicas são as mais freqüentes na população guarujaense.
“Hoje, não há problemas com doenças imunizáveis, nossa cobertura vacinal é boa. Houve redução na desnutrição. Aliás, a obesidade é o maior problema nutricional. Precisamos ainda focar na cobertura e qualidade do pré-natal, assim como planejamento familiar. Será preciso o aporte de conhecimento e troca de experiências de vocês. Em relação à epidemia, a Dengue ainda é uma batalha, desenvolvemos ações preventivas ao longo do ano”, resumiu o secretario adjunto.
Segundo a diretora de Atenção Básica, nessa primeira semana, os médicos ficarão na Secretaria conhecendo os protocolos em atendimento e toda a logística. Posteriormente, eles atuarão como ouvintes e acompanhados dos médicos e da coordenação da Secretaria de Saúde. Para ela, a chegada dos 11 profissionais é um importante reforço na assistência a saúde. “A iniciativa supre a nossa dificuldade para contratar médicos generalistas. Eles vêm para ajudar na atenção básica, trazendo um retorno positivo para a população”.
Estrangeiros começam a trabalhar em UBS
Assim como as cubanas, os cinco médicos estrangeiros que chegaram em setembro passaram pelo período de adaptação e treinamento. Com o registro do Conselho Regional de Medicina (CRM), em mãos, eles começaram a clinicar na segunda-feira, 4
O venezuelano Andres Larrovere e a paraguaia Jazmin Venialgo já estão trabalhando na Unidade Básica da Vila Baiana. “Esse tempo de adaptação foi importante para conhecermos o sistema, estamos empolgados para suprir a expectativa dos pacientes daquela unidade”, disse Larrovere.
Já Jasmin, que passou pelo México e Espanha, disse que, além de atender aos pacientes, ela e os colegas estão entusiasmados para atuarem juntos com os agentes comunitários. “Eu achei o máximo a presença dos agentes comunitários, quero muito trabalhar com eles”.
Saúde
Com a expertise de quem já atuou em diversos países da América e de demais que passaram por calamidades, seis médicas cubanas que integram o Programa Mais Médicos, do Governo Federal, se apresentaram na manhã da última sexta-feira, 1º, na Secretaria de Saúde de Guarujá. As profissionais vão atuar nas unidades de Atenção Básica e Saúde da Família, junto aos cinco primeiro médicos que chegaram à Cidade em setembro.
“Estamos trazendo para o País nossa experiência, somos ‘madres’ da medicina familiar por isso temos resultados e referência mundial. Estamos aqui para promover saúde”, disse a médica Marilenis de La Caridade Figallier Murillo.
O Secretário de Saúde deu as boas-vindas e explicou a expectativa da população de Guarujá sobre a presença dos médicos estrangeiros, assim como o perfil do morador de cidade e da população flutuante na temporada. “Guarujá, assim como a América do Sul, tem a medicina com foco curativista. Queremos mudar esse modelo de assistência e focar cada vez mais na Atenção Básica, porque entendemos que tratar o paciente na urgência e emergência não resolve as causas dos problemas. A chegada de vocês faz parte dessa mudança”.
A médica Maitha Leonor aproveitou para obter mais informações sobre as questões relacionadas à Saúde, como doenças com mais incidência e casos de epidemias. O secretário-adjunto de Saúde falou sobre o sistema e assistência da rede, explicou que obesidade, hipertensão, diabetes e crônicas são as mais freqüentes na população guarujaense.
“Hoje, não há problemas com doenças imunizáveis, nossa cobertura vacinal é boa. Houve redução na desnutrição. Aliás, a obesidade é o maior problema nutricional. Precisamos ainda focar na cobertura e qualidade do pré-natal, assim como planejamento familiar. Será preciso o aporte de conhecimento e troca de experiências de vocês. Em relação à epidemia, a Dengue ainda é uma batalha, desenvolvemos ações preventivas ao longo do ano”, resumiu o secretario adjunto.
Segundo a diretora de Atenção Básica, nessa primeira semana, os médicos ficarão na Secretaria conhecendo os protocolos em atendimento e toda a logística. Posteriormente, eles atuarão como ouvintes e acompanhados dos médicos e da coordenação da Secretaria de Saúde. Para ela, a chegada dos 11 profissionais é um importante reforço na assistência a saúde. “A iniciativa supre a nossa dificuldade para contratar médicos generalistas. Eles vêm para ajudar na atenção básica, trazendo um retorno positivo para a população”.
Estrangeiros começam a trabalhar em UBS
Assim como as cubanas, os cinco médicos estrangeiros que chegaram em setembro passaram pelo período de adaptação e treinamento. Com o registro do Conselho Regional de Medicina (CRM), em mãos, eles começaram a clinicar na segunda-feira, 4
O venezuelano Andres Larrovere e a paraguaia Jazmin Venialgo já estão trabalhando na Unidade Básica da Vila Baiana. “Esse tempo de adaptação foi importante para conhecermos o sistema, estamos empolgados para suprir a expectativa dos pacientes daquela unidade”, disse Larrovere.
Já Jasmin, que passou pelo México e Espanha, disse que, além de atender aos pacientes, ela e os colegas estão entusiasmados para atuarem juntos com os agentes comunitários. “Eu achei o máximo a presença dos agentes comunitários, quero muito trabalhar com eles”.
Saúde