O Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo decidiu manter dois dos 11 inquéritos que investigam denúncias de corrupção contra o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) em sua gestão na secretaria estadual de Educação, na gestão anterior de Geraldo Alckmin (PSDB), entre 2002 e 2006. Os conselheiros negaram recursos administrativos de defesa, que pedia o trancamento das investigações. O colegiado ainda vai analisar os recursos dos demais 9 inquéritos.
A promotoria investiga Chalita com base em acusações do analista de sistemas Roberto Grobman, que o acusa de ter ganho dinheiro para beneficiar o grupo educacional COC, de Ribeirão Preto, e outras empresas em troca de benefícios e favorecimento em contrato com o governo.
O prefeito de Santos, Paulo Barbosa (PSDB), tem seu nome citado nos inquéritos. Em um deles, ele e Chalita teriam recebido presentes do grupo COC, como computadores e bebidas; e em outro investiga a fraude e o superfaturamento da compra de antenas parabólicas para escolas estaduais. Na época, Barbosa era secretário-adjunto de Chalita.
O advogado de ambos, Alexandre de Moraes, alega que estão prescritos os atos de improbidade atribuídos a ambos. Ele sustenta que o acusador recebeu dinheiro para fazê-lo (Chalita já declarou que um grupo ligado a José Serra estaria por trás das denúncias, fato rechaçado pelo ex-governador). A relatora do Conselho Superior, Dora Bussab, disse que "os presentes podem ter sido dados como parte de um plano maior, com o objetivo de lesar o erário, por meio de favorecimento e superfaturamento". Ambos negam as acusações.
Inquérito mantido
O Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo decidiu manter dois dos 11 inquéritos que investigam denúncias de corrupção contra o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) em sua gestão na secretaria estadual de Educação, na gestão anterior de Geraldo Alckmin (PSDB), entre 2002 e 2006. Os conselheiros negaram recursos administrativos de defesa, que pedia o trancamento das investigações. O colegiado ainda vai analisar os recursos dos demais 9 inquéritos.
A promotoria investiga Chalita com base em acusações do analista de sistemas Roberto Grobman, que o acusa de ter ganho dinheiro para beneficiar o grupo educacional COC, de Ribeirão Preto, e outras empresas em troca de benefícios e favorecimento em contrato com o governo.
O prefeito de Santos, Paulo Barbosa (PSDB), tem seu nome citado nos inquéritos. Em um deles, ele e Chalita teriam recebido presentes do grupo COC, como computadores e bebidas; e em outro investiga a fraude e o superfaturamento da compra de antenas parabólicas para escolas estaduais. Na época, Barbosa era secretário-adjunto de Chalita.
O advogado de ambos, Alexandre de Moraes, alega que estão prescritos os atos de improbidade atribuídos a ambos. Ele sustenta que o acusador recebeu dinheiro para fazê-lo (Chalita já declarou que um grupo ligado a José Serra estaria por trás das denúncias, fato rechaçado pelo ex-governador). A relatora do Conselho Superior, Dora Bussab, disse que “os presentes podem ter sido dados como parte de um plano maior, com o objetivo de lesar o erário, por meio de favorecimento e superfaturamento”. Ambos negam as acusações.