Com as últimas alterações realizadas em 2010, o Plano Diretor da Cidade, que traça o rumo das principais políticas urbanas, passará por novas mudanças e diretrizes. De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de Santos, Nelson Gonçalves de Lima Júnior, o novo plano desenha uma nova cidade, recortando-a em três macrozonas e também em macroáreas. A novidade é a inclusão da área do estuário e dos canais fluviais. "A ideia é configurar uma nova Cidade. Faremos também um novo recorte nas Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis). Estamos trabalhando para incentivar a construção de moradias populares", explica Nelson.
O mercado, como pode ser facilmente percebido, se concentrou na construção de imóveis com padrão mais elevado. A ideia, segundo Nelson, é atender este hiato, formatando um produto que atraia o mercado e se traduza no atendimento a esta demanda.
Um dos motes será repaginar o Alegra Santos Habitação. "O programa não produziu uma unidade sequer. Iremos renovar o convênio com a Universidade Santa Cecília para repaginá-lo". A proposta também prevê mudanças no Alegra Centro, que já produziu mudanças efetivas. "Mas que necessita ser renovado, trazendo maior flexibilidade no intuito de termos novas intervenções", explica.
Um dos objetivos do plano, de acordo com arquiteto e responsável pela elaboração do novo Plano Diretor, José Marques Carriço, será alinhar o planejamento municipal com os níveis estadual e federal. "Além disso, levaremos a sério a questão da sustentabilidade", ressalta.
Outra questão de destaque é a Mobilidade Urbana, que, segundo o secretário Nelson, será a espinha dorsal do trabalho. "VLT, teleférico, corredor de ônibus... Tudo isso constrói um cenário de muita relevância e estarão inseridos no plano", explica.
Discussões
O Plano Diretor será enviado ao prefeito Paulo Alexandre junto com todas as alterações das audiências públicas e reuniões com entidades. "O Sindicato dos Arquitetos e Defesa Civil, por exemplo, deram sugestões significativas ao plano", ressalta Nelson. Depois será enviado à Câmara para discussão e votação dos vereadores.
Já a Lei de Uso e Ocupação do Solo começa a ser discutida apenas em janeiro. De acordo com Carriço, a ideia é fazer todas as mudanças o mais rápido possível. "São as que geram mais polêmicas. Um projeto inicial para apresentar em janeiro já está sendo desenvolvido.", explica.
De acordo com o secretário Nelson, o plano segue a linha do crescimento sustentável, que é aglutinar com coerência e qualidade de vida. Carriço completa que o plano irá propor uma cidade mais compacta. "A Cidade cresce apenas com a verticalização, mas iremos rediscutir o padrão atual".
Com as últimas alterações realizadas em 2010, o Plano Diretor da Cidade, que traça o rumo das principais políticas urbanas, passará por novas mudanças e diretrizes. De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de Santos, Nelson Gonçalves de Lima Júnior, o novo plano desenha uma nova cidade, recortando-a em três macrozonas e também em macroáreas. A novidade é a inclusão da área do estuário e dos canais fluviais. “A ideia é configurar uma nova Cidade. Faremos também um novo recorte nas Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis). Estamos trabalhando para incentivar a construção de moradias populares”, explica Nelson.
O mercado, como pode ser facilmente percebido, se concentrou na construção de imóveis com padrão mais elevado. A ideia, segundo Nelson, é atender este hiato, formatando um produto que atraia o mercado e se traduza no atendimento a esta demanda.
Um dos motes será repaginar o Alegra Santos Habitação. “O programa não produziu uma unidade sequer. Iremos renovar o convênio com a Universidade Santa Cecília para repaginá-lo”. A proposta também prevê mudanças no Alegra Centro, que já produziu mudanças efetivas. “Mas que necessita ser renovado, trazendo maior flexibilidade no intuito de termos novas intervenções”, explica.
Um dos objetivos do plano, de acordo com arquiteto e responsável pela elaboração do novo Plano Diretor, José Marques Carriço, será alinhar o planejamento municipal com os níveis estadual e federal. “Além disso, levaremos a sério a questão da sustentabilidade”, ressalta.
Outra questão de destaque é a Mobilidade Urbana, que, segundo o secretário Nelson, será a espinha dorsal do trabalho. “VLT, teleférico, corredor de ônibus… Tudo isso constrói um cenário de muita relevância e estarão inseridos no plano”, explica.
Discussões
O Plano Diretor será enviado ao prefeito Paulo Alexandre junto com todas as alterações das audiências públicas e reuniões com entidades. “O Sindicato dos Arquitetos e Defesa Civil, por exemplo, deram sugestões significativas ao plano”, ressalta Nelson. Depois será enviado à Câmara para discussão e votação dos vereadores.
Já a Lei de Uso e Ocupação do Solo começa a ser discutida apenas em janeiro. De acordo com Carriço, a ideia é fazer todas as mudanças o mais rápido possível. “São as que geram mais polêmicas. Um projeto inicial para apresentar em janeiro já está sendo desenvolvido.”, explica.
De acordo com o secretário Nelson, o plano segue a linha do crescimento sustentável, que é aglutinar com coerência e qualidade de vida. Carriço completa que o plano irá propor uma cidade mais compacta. “A Cidade cresce apenas com a verticalização, mas iremos rediscutir o padrão atual”.