Dois meses. Este é o período mínimo que as obras do VLT - Veículo Leve sobre Trilhos ficarão paradas após encontro entre representantes da EMTU e da promotoria pública. O motivo alegado pelos promotores é que a licença ambiental obtida pela empresa para a realização das obras em Santos incluía o traçado pela antiga via férrea existente ao longo da Avenida Francisco Glicério e Afonso Pena.
No momento, a mudança para a faixa da passagem do trem para o canteiro central da via teria mudado o estudo original, o que descartaria a atual licença ambiental obtida. A EMTU nega a irregularidade. Em novembro, um novo encontro está marcado para resolver as pendências. Se nada for alterado, o Ministério Público não descarta ir à Justiça para paralisar a obra.
Obras emperradas
Dois meses. Este é o período mínimo que as obras do VLT – Veículo Leve sobre Trilhos ficarão paradas após encontro entre representantes da EMTU e da promotoria pública. O motivo alegado pelos promotores é que a licença ambiental obtida pela empresa para a realização das obras em Santos incluía o traçado pela antiga via férrea existente ao longo da Avenida Francisco Glicério e Afonso Pena.
No momento, a mudança para a faixa da passagem do trem para o canteiro central da via teria mudado o estudo original, o que descartaria a atual licença ambiental obtida. A EMTU nega a irregularidade. Em novembro, um novo encontro está marcado para resolver as pendências. Se nada for alterado, o Ministério Público não descarta ir à Justiça para paralisar a obra.