O prefeito João Paulo Tavares Papa enviou à Câmara Municipal projeto de lei criando a obrigatoriedade da apresentação de Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança (EIV) e do Atestado de Conformidade de Infraestrutura Urbana e Ambiental para a aprovação de novos empreendimentos imobiliários de grande porte na área urbana. Os novos instrumentos visam equilibrar desenvolvimento e qualidade de vida.
Debatida em audiências públicas e por Conselhos Municipais, a proposta complementa o Plano Diretor Municipal (lei complementar 731/2011) e está prevista no Estatuto da Cidade (lei federal 10.257/01). Conforme o tamanho do empreendimento, o responsável deverá apresentar à prefeitura o EIV ou o atestado, que apontam a sua influência no trânsito, serviços (água, energia, coleta de lixo, transportes) e equipamentos urbanos e comunitários (unidades de saúde e escolas), entre outros itens.
“Tais estudos necessários para o presente e para o futuro. Santos é uma ilha adensada e pequena, vivendo um processo acelerado de desenvolvimento. É uma questão de responsabilidade analisarmos a lei e, com ela aprovada, aplicarmos com vigor para garantir a qualidade de vida conquistada até aqui e assegurá-la às futuras gerações”, justificou o prefeito.
Análise - Com a legislação proposta, as obras de grande porte passam a ser analisadas por uma comissão municipal, que será formada pelas secretarias de Infraestrutura e Edificações, Serviços Públicos, Planejamento, Desenvolvimento e Assuntos Estratégicos, Meio Ambiente, Saúde, Educação, Finanças, Segurança, Assuntos Portuários e Marítimos, Cultura, Defesa da Cidadania e CET.
O projeto cria medidas mitigadoras e compensatórias para minimizar o impacto causado pelo empreendimento. “O empreendedor poderá, por exemplo, custear desde a instalação de novos semáforos, o alargamento de uma via até um imóvel para criar uma unidade de saúde”, disse Papa.
De acordo com o secretário de Planejamento, Bechara Abdalla Pestana Neves, são raras as cidades brasileiras que possuem um instrumento como o proposto pela prefeitura. “Há em São Paulo e Campinas. Santos, porém, é uma das poucas que mais detalhou o tema”.
Por não apresentarem impacto, os empreendimentos abaixo dos parâmetros estabelecidos no projeto ficarão isentos da apresentação do estudo e do atestado.
O prefeito João Paulo Tavares Papa enviou à Câmara Municipal projeto de lei criando a obrigatoriedade da apresentação de Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança (EIV) e do Atestado de Conformidade de Infraestrutura Urbana e Ambiental para a aprovação de novos empreendimentos imobiliários de grande porte na área urbana. Os novos instrumentos visam equilibrar desenvolvimento e qualidade de vida.
Debatida em audiências públicas e por Conselhos Municipais, a proposta complementa o Plano Diretor Municipal (lei complementar 731/2011) e está prevista no Estatuto da Cidade (lei federal 10.257/01). Conforme o tamanho do empreendimento, o responsável deverá apresentar à prefeitura o EIV ou o atestado, que apontam a sua influência no trânsito, serviços (água, energia, coleta de lixo, transportes) e equipamentos urbanos e comunitários (unidades de saúde e escolas), entre outros itens.
“Tais estudos necessários para o presente e para o futuro. Santos é uma ilha adensada e pequena, vivendo um processo acelerado de desenvolvimento. É uma questão de responsabilidade analisarmos a lei e, com ela aprovada, aplicarmos com vigor para garantir a qualidade de vida conquistada até aqui e assegurá-la às futuras gerações”, justificou o prefeito.
Análise – Com a legislação proposta, as obras de grande porte passam a ser analisadas por uma comissão municipal, que será formada pelas secretarias de Infraestrutura e Edificações, Serviços Públicos, Planejamento, Desenvolvimento e Assuntos Estratégicos, Meio Ambiente, Saúde, Educação, Finanças, Segurança, Assuntos Portuários e Marítimos, Cultura, Defesa da Cidadania e CET.
O projeto cria medidas mitigadoras e compensatórias para minimizar o impacto causado pelo empreendimento. “O empreendedor poderá, por exemplo, custear desde a instalação de novos semáforos, o alargamento de uma via até um imóvel para criar uma unidade de saúde”, disse Papa.
De acordo com o secretário de Planejamento, Bechara Abdalla Pestana Neves, são raras as cidades brasileiras que possuem um instrumento como o proposto pela prefeitura. “Há em São Paulo e Campinas. Santos, porém, é uma das poucas que mais detalhou o tema”.
Por não apresentarem impacto, os empreendimentos abaixo dos parâmetros estabelecidos no projeto ficarão isentos da apresentação do estudo e do atestado.