Sem interessados, o terreno que já abrigou um Terminal Turístico e de Lazer, no Bairro Paquetá, terá seu destino definido pelo prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão. Após duas tentativas de vendas, por meio de licitação, não apareceram interessados na compra do imóvel, de 50 mil metros quadrados, avaliado em R$ 41,9 milhões. A última oportunidade para venda se encerrou segunda-feira (15), às 14 horas.
O imóvel, que fica entre a Avenida Kennedy e a praia, pertence à Companhia Praiagrandense de Turismo (Cipratur), empresa de economia mista da qual a Prefeitura é acionista majoritária.
De acordo com o procurador responsável pelo processo, Alfredo de Souza, ainda esta semana será encaminhado relatório à Prefeitura sobre a situação e opções de destino do imóvel. “Uma das possibilidades é de a Prefeitura, como acionista majoritária, comprar as ações dos minoritários. Como não existe sociedade anônima com acionista de 100% das ações, será preciso que, dentro de um ano, a empresa seja encerrada e, em seguida, a área pode ser então utilizado pela Administração Municipal da forma que melhor atender a população”, destacou.
Conforme o procurador, abrir nova licitação também é uma opção, mas para isso será necessário novo laudo técnico e, nesse caso, o poder de decisão é do prefeito.
O imóvel está localizado na Avenida Presidente Castelo Branco, altura do número 11.900 (entre as ruas Nossa Senhora de Praia Grande e Santa Bárbara). O Terminal Turístico foi construído nos anos 80 e, logo que começou a ser utilizado, foi alvo de vândalos, tendo equipamentos como sanitários e torneiras furtadas. Mesmo sendo repostos, os materiais foram alvos de ladrões outras vezes. Depois de ser desativado, vários projetos chegaram a ser cogitados para o local, mas por falta de viabilidade financeira de investidores não foram consolidados.
O motivo da venda levou em conta problemas que o imóvel representa para a comunidade em função de sua inoperalidade, em especial em relação à garantia da qualidade de vida da população local, já que a ociosidade do terreno se transformou em um problema social. Fatores como sujeira constante e outros como de segurança e até saúde pública, com possível proliferação, por exemplo, de focos de dengue, foram determinantes na decisão.
Sem interessados, o terreno que já abrigou um Terminal Turístico e de Lazer, no Bairro Paquetá, terá seu destino definido pelo prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão. Após duas tentativas de vendas, por meio de licitação, não apareceram interessados na compra do imóvel, de 50 mil metros quadrados, avaliado em R$ 41,9 milhões. A última oportunidade para venda se encerrou segunda-feira (15), às 14 horas.
O imóvel, que fica entre a Avenida Kennedy e a praia, pertence à Companhia Praiagrandense de Turismo (Cipratur), empresa de economia mista da qual a Prefeitura é acionista majoritária.
De acordo com o procurador responsável pelo processo, Alfredo de Souza, ainda esta semana será encaminhado relatório à Prefeitura sobre a situação e opções de destino do imóvel. “Uma das possibilidades é de a Prefeitura, como acionista majoritária, comprar as ações dos minoritários. Como não existe sociedade anônima com acionista de 100% das ações, será preciso que, dentro de um ano, a empresa seja encerrada e, em seguida, a área pode ser então utilizado pela Administração Municipal da forma que melhor atender a população”, destacou.
Conforme o procurador, abrir nova licitação também é uma opção, mas para isso será necessário novo laudo técnico e, nesse caso, o poder de decisão é do prefeito.
O imóvel está localizado na Avenida Presidente Castelo Branco, altura do número 11.900 (entre as ruas Nossa Senhora de Praia Grande e Santa Bárbara). O Terminal Turístico foi construído nos anos 80 e, logo que começou a ser utilizado, foi alvo de vândalos, tendo equipamentos como sanitários e torneiras furtadas. Mesmo sendo repostos, os materiais foram alvos de ladrões outras vezes. Depois de ser desativado, vários projetos chegaram a ser cogitados para o local, mas por falta de viabilidade financeira de investidores não foram consolidados.
O motivo da venda levou em conta problemas que o imóvel representa para a comunidade em função de sua inoperalidade, em especial em relação à garantia da qualidade de vida da população local, já que a ociosidade do terreno se transformou em um problema social. Fatores como sujeira constante e outros como de segurança e até saúde pública, com possível proliferação, por exemplo, de focos de dengue, foram determinantes na decisão.