Ponto de vista
Contagem regressiva
A semana será conclusiva para a disputa, cuja exceção em São Paulo- conforme as pesquisas até o momento – deve ocorrer apenas às eleições presidenciais, onde o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.
Força do dinheiro
Assim, será neste momento que o poderio econômico prevalecerá, onde, embalados por recursos públicos, os candidatos vão apostar todas as fichas para garantir a (re) eleição.
Os dados abaixo, que não definitivos, estão disponíveis neste portal
Em caixa
Entre os deputados da região, a mais aquinhoada com recursos até o momento é a deputada Rosana Valle (PL).
Já recebeu R$ 3,340 milhões, 5,1% acima do limite de gastos.
Terá que devolver a diferença ao partido.
Do montante recebido, o maior gasto foi para pagamento de pessoal: R$ 1,131 milhão.
Rei das redes
Já o segundo no ranking de receitas foi Da Cunha (União).
Seu partido assegurou-lhe R$ 2,76 milhões, sendo R$ 2,13 milhões gastos.
Atividades com militância consumiram R$ 615 mil e despesas com impulsionamento de conteúdos nas redes, R$ 615 mil.
Terceiro
Por sua vez, o deputado Paulo Alexandre Barbosa (PSD) recebeu R$ 1,77 milhões para a campanha até o momento, sendo R$ 1,293 gastos, especialmente para pagamento de pessoal (R$ 355 mil) e locação de imóveis (R$ 225.090,67).
Candidatos dos milhões
Com limite de gastos de R$ 1,27 milhão para os estaduais, três candidatos a estaduais já ultrapassaram a barreira do R$ 1 milhão recebidos: Solange Freitas (R$ 1,21 milhão), Coimbra (R$ 1,03 milhão) e Paulo Mansur (R$ 1,05 milhão).
Os outros deputados estaduais da região receberam bem menos até agora.
R$ 574 mil (Caio França) e R$ 470,7 mil (Paulo Correa Jr).
Aposta
O PSOL aposta na candidatura da vereadora Débora Camilo a estadual.
Afinal, sua candidatura já arrecadou R$ 857 mil, 98% vindos do fundo eleitoral.
Bem na fita
Outro com dinheiro em caixa é o vereador vicentino Thiago Peretto (Podemos), cuja campanha já arrecadou R$ 552 mil, 2,5 vezes a mais que seu colega do Legislativo, mas de Santos, Fabrício Cardoso.
Dessa maneira, ele recebeu R$ 195 mil apenas de doadores para sua campanha.
Portanto, nada do fundo eleitoral até agora.
Outros nomes
Por sua vez, entre os demais vereadores santistas candidatos, Carlos Teixeira Filho (estadual – PSDB) foi quem menos recebeu até o momento: R$ 59,5 mil.
Seu colega de legenda a federal, Raul Christiano, ficou com R$ 434,7 mil.
Já a campanha a federal de Benedito Furtado (PSB) arrecadou R$ 115 mil até agora.
Igualdade
O caso mais curioso ocorre no PT.
Afinal, o candidato a estadual, Chico Nogueira, recebeu R$ 192 mil para a campanha, 35% a mais que seu colega de partido, mas a federal, o médico Marcos Caseiro.
Assim, as candidaturas federais costumam receber mais que as estaduais.
Vale lembrar que os números, porém, não são definitivos.
Depois das eleições
Será depois da eleição quando a secretária de Comunicação e Economia Criativa, Selley Storino, responderá dúvidas dos edis a respeito de posts de páginas de outras cidades nas redes sociais, alguns com autopromoção de gestores, além de ataques a adversários, como destaca a oposição.
O pedido foi feito pelo vereador Rui de Rosis Jr (PL).
Em 9 processos, 7 páginas foram contratadas, sendo 6 de São Vicente e Cubatão, totalizando R$ 76.875 pagos.
A pasta nega irregularidades.
Quem responde?
Quais…
escândalos surgirão nesta reta final de campanhas?