O Santos atravessa um momento crítico dentro e fora de campo. O time soma sete jogos sem vitória em 2026, entre Campeonato Paulista e Brasileiro, e ocupa a zona de rebaixamento no Brasileiro, além da primeira posição acima do descenso no Paulista. A diretoria intensifica negociações para reforçar o elenco, mesmo diante de limitações financeiras e jurídicas.
Torcida e cobranças
O clima se tornou ainda mais tenso após o empate de 1 a 1 contra o São Paulo. Torcedores protestaram nos arredores do estádio e nas redes sociais, exigindo respostas da presidência e da equipe. A pressão também influencia decisões internas, com a necessidade de corrigir falhas defensivas e dar equilíbrio ao time.
Prioridades do elenco
A diretoria busca zagueiro, dois volantes e um atacante de lado. Negociações avançam, especialmente por um jogador rápido no ataque e por um volante de marcação. O objetivo é reforçar setores considerados críticos e reduzir os erros em campo, como proteção à defesa e recomposição pelas laterais.
Finanças e operações
O clube antecipou o pagamento da venda do atacante Souza ao Tottenham, garantindo mais de R$ 82 milhões para reforçar o caixa. O recurso ajudará a cobrir despesas correntes e atender urgências financeiras, enquanto a diretoria mantém negociações estratégicas para reforçar o time sem comprometer o orçamento.
Gestão em ação
Mesmo com o executivo de contratações afastado temporariamente por saúde, a diretoria mantém negociações ativas e acompanha decisões à distância. A expectativa interna é que a chegada de reforços alivie a pressão, melhore o rendimento em campo e estabilize o ambiente no clube.
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