IBGE: Vendas do comércio sobem 0,4% em janeiro | Boqnews
IBGE: Vendas do comércio sobem 0,4% em janeiro
Após decepcionar em dezembro, as vendas do comércio varejista cresceram 0,4% em janeiro, segundo dados do IBGE divulgados hoje. No último mês de 2013, o setor havia registrado uma perda de 0,2% o número, que originalmente mostrava uma queda de 0,6%, foi revisado. 
Em 2013, as vendas cresceram 4,3%. Apesar da expansão, foi o crescimento mais baixo em dez anos, provocado pela freada do consumo diante da inflação maior, do crédito mais escasso e a menor confiança dos consumidores. 

Com o dado de janeiro, as vendas do comércio acumulam uma alta também de 4,3% nos últimos 12 meses. Em relação a janeiro de 2013, o comércio registrou expansão de 6,2%. 

Para 2014, analistas esperam um desempenho semelhante ao de 2013, com crescimento entre 4% e 5%. De um lado, existe a expectativa de uma inflação menor de alimentos para o ano (apesar de provável alta em março e abril devido ao clima) que pode melhorar as vendas de supermercados, o destaque ruim de 2013 por conta dos preços maiores.
 
Para Aleciana Gusmão, técnica do IBGE, as vendas dos supermercados se beneficiam de aumentos menores desde o final de de 2013 dos preços dos alimentos, que haviam subido com força especialmente no primeiro semestre do ano passado. "Os preços subiram menos e deram uma trégua aos consumidores." 

De outro, o mercado de trabalho tende a esfriar, com uma desaceleração mais ampla do emprego e da renda, o que pode restringir ainda mais o consumo. 

O crédito ainda restrito e os juros maiores também devem afetar o desempenho do varejo. 

Setores 
De dezembro para janeiro, os setores que mais contribuíram positivamente para o desempenho do varejo foram supermercados e produtos alimentícios e bebidas (1%), combustíveis (1,4%), móveis e eletrodomésticos (1,2%), equipamentos de informática (6%) e artigos farmacêuticos (4,2%). 

No período, o comércio teve uma tendência de crescimento generalizada, com alta em seis dos oito setores pesquisados. 

As quedas ficaram com tecidos, vestuários e calçados (-0,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%), as únicas categorias com recuo. 

Veículos 
O IBGE pesquisa, além dos setores do varejo, dois ramos que também vendem seus produtos por atacado e, por isso, são incluídos num indicador separado, chamado de comércio varejista ampliado. São os setores de veículos, com alta de 2,1% de dezembro para janeiro, e o de material de construção, cujas vendas subiram 0,2%. 

O ramo de veículos não recuperou, porém, o forte tombo de dezembro, mês em que caiu 3,2%. Com a inclusão desses dois setores, o comércio ampliado registrou alta de 2,1%, superior à do varejo "puro" em razão do grande peso de veículos. 

O resultado do varejo ampliado é o melhor desde outubro de 2012 (7,3%).
13 de março de 2014

IBGE: Vendas do comércio sobem 0,4% em janeiro

Após decepcionar em dezembro, as vendas do comércio varejista cresceram 0,4% em janeiro, segundo dados do IBGE divulgados hoje. No último mês de 2013, o setor havia registrado uma perda de 0,2% o número, que originalmente mostrava uma queda de 0,6%, foi revisado. 
Em 2013, as vendas cresceram 4,3%. Apesar da expansão, foi o crescimento mais baixo em dez anos, provocado pela freada do consumo diante da inflação maior, do crédito mais escasso e a menor confiança dos consumidores. 
Com o dado de janeiro, as vendas do comércio acumulam uma alta também de 4,3% nos últimos 12 meses. Em relação a janeiro de 2013, o comércio registrou expansão de 6,2%. 
Para 2014, analistas esperam um desempenho semelhante ao de 2013, com crescimento entre 4% e 5%. De um lado, existe a expectativa de uma inflação menor de alimentos para o ano (apesar de provável alta em março e abril devido ao clima) que pode melhorar as vendas de supermercados, o destaque ruim de 2013 por conta dos preços maiores.
 
Para Aleciana Gusmão, técnica do IBGE, as vendas dos supermercados se beneficiam de aumentos menores desde o final de de 2013 dos preços dos alimentos, que haviam subido com força especialmente no primeiro semestre do ano passado. “Os preços subiram menos e deram uma trégua aos consumidores.” 
De outro, o mercado de trabalho tende a esfriar, com uma desaceleração mais ampla do emprego e da renda, o que pode restringir ainda mais o consumo. 
O crédito ainda restrito e os juros maiores também devem afetar o desempenho do varejo. 
Setores 
De dezembro para janeiro, os setores que mais contribuíram positivamente para o desempenho do varejo foram supermercados e produtos alimentícios e bebidas (1%), combustíveis (1,4%), móveis e eletrodomésticos (1,2%), equipamentos de informática (6%) e artigos farmacêuticos (4,2%). 
No período, o comércio teve uma tendência de crescimento generalizada, com alta em seis dos oito setores pesquisados. 
As quedas ficaram com tecidos, vestuários e calçados (-0,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%), as únicas categorias com recuo. 
Veículos 
O IBGE pesquisa, além dos setores do varejo, dois ramos que também vendem seus produtos por atacado e, por isso, são incluídos num indicador separado, chamado de comércio varejista ampliado. São os setores de veículos, com alta de 2,1% de dezembro para janeiro, e o de material de construção, cujas vendas subiram 0,2%. 
O ramo de veículos não recuperou, porém, o forte tombo de dezembro, mês em que caiu 3,2%. Com a inclusão desses dois setores, o comércio ampliado registrou alta de 2,1%, superior à do varejo “puro” em razão do grande peso de veículos. 
O resultado do varejo ampliado é o melhor desde outubro de 2012 (7,3%).
Da Redação
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