No setor industrial, a Construção foi o grande destaque, registrando um crescimento de 4,3%. Esse aumento teve o impulsionamento pela maior ocupação na atividade, expansão da produção de insumos e o incremento do crédito. Além disso, as Indústrias de Transformação cresceram 3,8%, com destaque para a produção na indústria automotiva e de equipamentos de transporte, máquinas e equipamentos elétricos, produtos alimentícios e móveis.
Contudo, outro setor que apresentou boa performance foi o de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, com um crescimento de 3,6%. Este aumento foi fortemente influenciado pelas temperaturas médias elevadas ao longo do ano. Já as Indústrias Extrativas avançaram modestos 0,5%, refletindo uma recuperação mais lenta em comparação aos outros segmentos industriais.
No setor de Serviços, houve expansão em todas as atividades. Além disso, o segmento de Informação e comunicação liderou os índices com 6,2% de crescimento. Seguiram-se as outras atividades de serviços, com 5,3%, e o Comércio, que registrou 3,8%. Ademais, as Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados também apresentaram bom desempenho, com alta de 3,7%, seguidas pelas Atividades imobiliárias (3,3%) e Transporte, armazenagem e correio (1,9%).
Além disso, o setor público, incluindo administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social, teve um crescimento de 1,8%, refletindo uma manutenção dos serviços essenciais à população.
Além disso, esses números revelam uma recuperação abrangente da economia, com destaque tanto para a indústria quanto para os serviços, impulsionados por fatores internos e externos, como o clima e o aumento da demanda nos setores produtivos.
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