Prédio residencial desaba em bairro de classe média de Fortaleza | Boqnews
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Nacional

15 DE OUTUBRO DE 2019

Prédio residencial desaba em bairro de classe média de Fortaleza

Bombeiros estão no local e confirmam a morte de uma pessoa

Por: Alex Rodrigues e Pedro Ivo de Oliveira
Agência Brasil

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Um prédio residencial de sete andares localizado na Rua Tibúrcio Cavalcante, nº 24, no Bairro Dionísio Torres, em Fortaleza, identificado como Condomínio Andréa, desabou na manhã de hoje (15).

O Corpo de Bombeiros está com várias equipes na área do desabamento, inclusive com ambulâncias.

A prefeitura da capital cearense informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que uma equipe da Defesa Civil do município também está no local.

A Defesa Civil do Ceará confirmou à Agência Brasil a morte de uma pessoa. Informações não oficiais dão conta de que o porteiro do prédio conseguiu escapar.

Dona de um estabelecimento comercial que funciona a cerca de 100 metros do local onde o prédio desabou, Andrea Barbosa de Sousa disse à Agência Brasil que o edifício era residencial e estava ocupado.

 

Localização do edifício que desabou em Fortaleza. Foto: Google Earth

 

“Só escutei um barulho muito grande. Foi tipo uma explosão. Eu saí correndo quando vi a nuvem de poeira chegando até aqui, na loja. Saí na calçada e não vi quase nada, só algumas pessoas correndo em meio à nuvem de poeira”, afirmou a comerciante ao retornar para fechar a loja que havia abandonado e deixado aberta.

“Os bombeiros estão interditando a rua, pedindo para os vizinhos saírem de casa e atendendo a algumas pessoas”, acrescentou Andrea.

 

Estrondoso

Recepcionista de uma pet shop que funciona na mesma calçada do Edifício Andréa, Sávio Matheus Ferreira de Castro Pinto afirmou que a queda do prédio foi precedida por um barulho que aumentou gradativa e rapidamente, até culminar com um som semelhante ao de uma explosão.

“Achamos que se tratava de uma batida de carro. Só que o barulho foi aumentando e aí veio a nuvem de poeira. Fechamos as portas e ficamos dentro da loja porque demoramos a entender o que tinha acontecido. Não dava para ver nada, só alguns destroços espalhados pela rua. Quando saímos na calçada já tinha muita gente chorando. Um desespero”, relatou o recepcionista à Agência Brasil.

De acordo com ele, “muita gente” morava no condomínio.

“O próprio dono da pet shop conhecia um morador”, acrescentou o recepcionista.

Relatando que o edifício “parecia muito velho, a ponto de parecer estar abandonado”.

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