Vale do Ribeira retorna para a zona vermelha | Boqnews

Plano São Paulo

19 DE JUNHO DE 2020

Vale do Ribeira retorna para a zona vermelha

Vale do Ribeira registrou uma elevação de 67% no total de casos e coloca em alerta as autoridades de Saúde. Agora, são 5 regiões paulistas na zona vermelha

Por: Da Redação

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Hoje na fase laranja, o Vale do Ribeira retornará à fase vermelha a partir da próxima semana.

A quarentena em São Paulo prossegue até 28 de junho.

Assim, as 31 cidades daquela região deverão retroceder, com fechamento de atividades comerciais.

Motivo: crescimento no número de procura por leitos em 67% nos últimos dias, o que indica em uma explosão de casos de vítimas do Covid-19, sem estrutura para atendimento.

Outra região que também entrará na fase vermelha será a de Marília, cujo crescimento no volume de casos foi de 55% em uma semana.

Outras regiões, como Presidente Prudente, Barretos e Ribeirão Preto, prosseguem na zona vermelha, a mais restritiva.

Apesar de ainda estarem na zona laranja, cidades como Campinas e Sorocaba, estão em alerta, segundo o coordenador do Centro de Controle do Covid-19, Carlos Carvalho.

“As regiões onde estão estas cidades continuam na fase laranja, mas tais municípios apontam para uma situação preocupante”, enfatizou.

Ele lembrou que alguns prefeitos, como de Valinhos, na região metropolitana de Campinas, resolveram impor limitações ainda mais rígidas ainda que esteja na fase laranja.

“Ele se antecipou ao cenário”.

Assim, o Centro de Contingência emitirá notas técnicas aos prefeitos para que promovam fechamentos de atividades em suas cidades – independente do cenário regional.

 

Vale do Ribeira retorna à zona vermelha, mais restritiva

Ambulâncias

O secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, enfatizou que 10 respiradores já foram enviados para o Hospital de Registro e outros 10 serão enviados ao hospital regional de Pariquera-Açu.

Além disso, parcerias com os consórcios regionais, como o Codivar, permitirão o envio de ambulâncias – modelos UTIs – para as cidades que não contam com leitos hospitalares, em um investimento de R$ 9 milhões.

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