Doenças infectocontagiosas no ambiente de trabalho podem ser evitadas | Boqnews
Doenças infectocontagiosas no ambiente de trabalho podem ser evitadas
Um ambiente saudável com a aplicação de programas de saúde garantem maior satisfação e maior produtividade dos trabalhadores, além de ajudar a diminuir o risco de absenteísmo (faltas ao trabalho), presenteísmo (presença não produtiva) e evita disseminação de doenças infectocontagiosas.

Em alguns casos, esse risco pode ser eminente como os profissionais da saúde. Exemplo recente são os casos de tuberculose em bebês recém-nascidos em um hospital de Campinas, em São Paulo. Já foram confirmados 107 bebês que contraíram a doença de uma enfermeira que não se sabia infectada porque estava assintomática.

Muitas doenças infecciosas podem ser combatidas com vacinas. A medida é simples e de baixo custo, além de alcançar um excelentes resultados na prevenção. Para isso deve ser criado um programa de vacinação determinado para cada função, levando em consideração o risco biológico, riscos individuais, riscos do ambiente.

Vacinação de trabalhadores

A Constituição prevê, em seu artigo 7º, a garantia dos direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, entre os quais o direito à “redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança”. Para orientar a prevenção de doenças imunopreveníveis, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) elaborou o Calendário de Vacinação Ocupacional, com indicações especiais para grupos profissionais, como os trabalhadores da saúde e da indústria de alimentos, educadores, manicures entre outros.

Gerente-médica da rede Vaccini, Flávia Bravo explica que a vacinação ocupacional, além de proteger o trabalhador, também contribui para aumentar a cobertura vacinal, ou seja, o número de pessoas imunizadas. "Quanto mais ampla a cobertura, menor a circulação do vírus entre a população. A vacinação deve ser vistas como um tipo de EPI (equipamento de proteção individual), capaz de proteger e impactar positivamente a produtividade”, conclui a médica.

Principais indicações

São vacinas recomendáveis para todos os trabalhadores, independentemente da natureza e das condições do trabalho: tétano e difteria, hepatite B e influenza (gripe).

"Para os que viajam, há algumas vacinas que são de indicação universal, mas devem ser especialmente observadas quando o trabalhador se desloca para áreas de risco e recebem recomendações específicas, como é o caso da influenza, da hepatite A, da raiva, da encefalite japonesa, da cólera, da febre tifoide, da febre amarela, da doença meningocócica e da poliomielite", explica a gerente-médica da Vaccini, Flavia Bravo.

Algumas profissões têm especificações quanto à imunização. Seguem abaixo algumas indicações:

• Contato com o público: rubéola, varicela, sarampo, influenza, difteria e tétano.
• Trabalho manual/braçal: tétano.
• Contato com sangue e com secreções humanos: hepatite B.
• Contato com alimentos: hepatite A e febre tifoide (para áreas endêmicas).
• Contato com crianças: sarampo, rubéola, influenza, hepatite A, varicela, meningocócica e coqueluche. 

20 de março de 2013

Doenças infectocontagiosas no ambiente de trabalho podem ser evitadas

Um ambiente saudável com a aplicação de programas de saúde garantem maior satisfação e maior produtividade dos trabalhadores, além de ajudar a diminuir o risco de absenteísmo (faltas ao trabalho), presenteísmo (presença não produtiva) e evita disseminação de doenças infectocontagiosas.
Em alguns casos, esse risco pode ser eminente como os profissionais da saúde. Exemplo recente são os casos de tuberculose em bebês recém-nascidos em um hospital de Campinas, em São Paulo. Já foram confirmados 107 bebês que contraíram a doença de uma enfermeira que não se sabia infectada porque estava assintomática.
Muitas doenças infecciosas podem ser combatidas com vacinas. A medida é simples e de baixo custo, além de alcançar um excelentes resultados na prevenção. Para isso deve ser criado um programa de vacinação determinado para cada função, levando em consideração o risco biológico, riscos individuais, riscos do ambiente.
Vacinação de trabalhadores
A Constituição prevê, em seu artigo 7º, a garantia dos direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, entre os quais o direito à “redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança”. Para orientar a prevenção de doenças imunopreveníveis, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) elaborou o Calendário de Vacinação Ocupacional, com indicações especiais para grupos profissionais, como os trabalhadores da saúde e da indústria de alimentos, educadores, manicures entre outros.
Gerente-médica da rede Vaccini, Flávia Bravo explica que a vacinação ocupacional, além de proteger o trabalhador, também contribui para aumentar a cobertura vacinal, ou seja, o número de pessoas imunizadas. “Quanto mais ampla a cobertura, menor a circulação do vírus entre a população. A vacinação deve ser vistas como um tipo de EPI (equipamento de proteção individual), capaz de proteger e impactar positivamente a produtividade”, conclui a médica.
Principais indicações
São vacinas recomendáveis para todos os trabalhadores, independentemente da natureza e das condições do trabalho: tétano e difteria, hepatite B e influenza (gripe).
“Para os que viajam, há algumas vacinas que são de indicação universal, mas devem ser especialmente observadas quando o trabalhador se desloca para áreas de risco e recebem recomendações específicas, como é o caso da influenza, da hepatite A, da raiva, da encefalite japonesa, da cólera, da febre tifoide, da febre amarela, da doença meningocócica e da poliomielite”, explica a gerente-médica da Vaccini, Flavia Bravo.
Algumas profissões têm especificações quanto à imunização. Seguem abaixo algumas indicações:
• Contato com o público: rubéola, varicela, sarampo, influenza, difteria e tétano.
• Trabalho manual/braçal: tétano.
• Contato com sangue e com secreções humanos: hepatite B.
• Contato com alimentos: hepatite A e febre tifoide (para áreas endêmicas).
• Contato com crianças: sarampo, rubéola, influenza, hepatite A, varicela, meningocócica e coqueluche. 

Da Redação
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