No ano passado, 90 mulheres santistas morreram em decorrência do câncer de mama. Com o intuito de advertir a população sobre os perigos da doença, o Outubro Rosa é uma ação presente em todo o mundo e deve ser refletida por todos. A atividade iniciou nos Estados Unidos na década de 90 e chegou ao Brasil em 2007.
A presidente do Instituto Neo Mama de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama, Gilze Francisco, é a pioneira do Outubro Rosa no País. Isso surgiu de uma admiração por um site europeu que nem existe mais. Nele, existiam fotos da Torre Eiffel e de outros monumentos iluminados de rosa e isso a incentivou em trazer o movimento para Santos.
Gilze é enfermeira de formação, mas ficou engajada com a causa depois de sofrer de câncer de mama. A doença foi um divisor de águas em sua vida. “Percebi que poderia ajudar outras mulheres. A minha experiência na área da saúde somada com o episódio da doença me auxiliaram bastante”.
Durante as palestras são abordados temas como a origem do câncer, seu desenvolvimento, causas, fatores de risco e desmitificar muitas das questões que são ditas sobre o câncer de mama. Além das conversas, caminhadas, audiências públicas e eventos dos mais diversos tipos fazem parte da programação do Outubro Rosa em Santos.
Neste mês, a Prefeitura irá disponibilizar o dobro do número de mamografias. ”Espero que essa demanda seja insuficiente. Com isso, as mulheres vão acordar e perceber que o exame de mamografia é necessário pelo menos uma vez por ano”, explica Gilze.
Ela ressalta a importância da conscientização das mulheres. “Câncer só se combate com informação”, ressalta. Histórico familiar, fumantes, sedentarismo, menstruação precoce e menopausa tardia são alguns fatores de risco conhecidos.
Segundo Gilze, de 10 a 15% das mulheres sofrem de câncer de mama por meio da hereditariedade. Essa minoria deve receber atenção pelo fato de serem mais propensas a desenvolver a doença. Contudo, a conscientização deve acontecer de maneira ampla, uma vez que os casos esporádicos são maioria. Normalmente, as ações são realizadas em Santos, pois além da Cidade ter um número considerável de pacientes, as que residem em municípios adjacentes fazem o tratamento na Cidade.
No ano passado, 90 mulheres santistas morreram em decorrência do câncer de mama. Com o intuito de advertir a população sobre os perigos da doença, o Outubro Rosa é uma ação presente em todo o mundo e deve ser refletida por todos. A atividade iniciou nos Estados Unidos na década de 90 e chegou ao Brasil em 2007.
A presidente do Instituto Neo Mama de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama, Gilze Francisco, é a pioneira do Outubro Rosa no País. Isso surgiu de uma admiração por um site europeu que nem existe mais. Nele, existiam fotos da Torre Eiffel e de outros monumentos iluminados de rosa e isso a incentivou em trazer o movimento para Santos.
Gilze é enfermeira de formação, mas ficou engajada com a causa depois de sofrer de câncer de mama. A doença foi um divisor de águas em sua vida. “Percebi que poderia ajudar outras mulheres. A minha experiência na área da saúde somada com o episódio da doença me auxiliaram bastante”.
Durante as palestras são abordados temas como a origem do câncer, seu desenvolvimento, causas, fatores de risco e desmitificar muitas das questões que são ditas sobre o câncer de mama. Além das conversas, caminhadas, audiências públicas e eventos dos mais diversos tipos fazem parte da programação do Outubro Rosa em Santos.
Neste mês, a Prefeitura irá disponibilizar o dobro do número de mamografias. ”Espero que essa demanda seja insuficiente. Com isso, as mulheres vão acordar e perceber que o exame de mamografia é necessário pelo menos uma vez por ano”, explica Gilze.
Ela ressalta a importância da conscientização das mulheres. “Câncer só se combate com informação”, ressalta. Histórico familiar, fumantes, sedentarismo, menstruação precoce e menopausa tardia são alguns fatores de risco conhecidos.
Segundo Gilze, de 10 a 15% das mulheres sofrem de câncer de mama por meio da hereditariedade. Essa minoria deve receber atenção pelo fato de serem mais propensas a desenvolver a doença. Contudo, a conscientização deve acontecer de maneira ampla, uma vez que os casos esporádicos são maioria. Normalmente, as ações são realizadas em Santos, pois além da Cidade ter um número considerável de pacientes, as que residem em municípios adjacentes fazem o tratamento na Cidade.