A gestação é um sonho para a maioria das mulheres e quando este dia chega, o momento mais esperado é o do parto. Afinal, que mãe não quer ver logo o rostinho do seu filho, pegá-lo no colo, amamentá-lo, enfim muitas emoções se misturam durante a chegada de um bebê.
E para que ocorra tudo bem durante o trabalho de parto, é necessário que a futura mamãe escolha a forma como quer ter seu filho. Atualmente, muitas mulheres estão optando pelo parto humanizado, que nada mais é do que acolher a gestante com atenção, carinho e delicadeza, para que se sinta assistida.
De acordo com a ginecologista e obstetra, Izilda Feirreira Pupo, o parto é um momento muito especial e alegre na vida da mulher, seja ela adepta ao parto natural, normal ou cesárea. “Para mim, resumo de humanização tem apenas um nome: amor. A paciente precisa ser bem tratada pelo médico, pela família, e até mesmo pelas atendentes do hospital”, explica a médica.
Izilda já realizou o parto de 6.760 bebês e chama a atenção para a importância do parto normal. “É muito importante que houvesse uma campanha para que a maioria dos partos seja normal ou natural, para que as mulheres entendam que o parto não é uma penalização”, comenta.
Algumas das pacientes da obstetra, logo no início do pré- natal, deixam claro que querem cesárea. “Eu não gosto da cesárea, mas não vou execrar. Acho muito mais bonito o parto normal, sem dúvida. Porém, a cesárea veio para nos auxiliar quando por algum motivo existe alguma dificuldade”, afirma.
Já as mães que optam por fazer o parto em casa, devem estar atentas à saúde pessoal e do bebê, que não podem ter qualquer risco. E precisa ficar atenta à estrutura do local e no caso de emergências, se conseguirá chegar a tempo ao hospital. Para registrar as crianças nascidas em casa é necessário ter duas testemunhas maiores de 18 anos, que tenham presenciado o parto.
Doula
A instrutora de yoga, Adriana Vieira, resolveu ter um terceiro filho aos 42 anos, depois de ter passado por duas cesáreas. E assim resolveu experimentar o parto normal. A princípio, o local escolhido para o nascimento de Dora foi a própria casa. A família já havia se preparado com os balões de oxigênio e até montado uma piscina onde o parto iria acontecer. Porém, com o aumento das dores e seguindo o conselho de sua médica, foi ao hospital, e menos de uma hora após chegar lá, a menina nasceu.
Adriana é adepta ao parto humanizado e totalmente a favor do parto em casa, mas destaca que o Brasil ainda não tem estrutura para atender esses casos.
Ela também atua como doula. Seu trabalho consiste em dar ajuda física e mental à gestante. Adriana formou-se como doula na Holanda e explica que cada pessoa utiliza-se de ferramentas para aliviar a dor da mulher. No caso, ela trabalha com yoga e usa técnicas e exercícios para facilitar o trabalho de parto. Além disso, a doula acolhe também a família da gestante.
A gestante que quiser o auxílio de uma doula pode acessar o site www.doulas.com.br e buscar por uma que atue em sua região.
A gestação é um sonho para a maioria das mulheres e quando este dia chega, o momento mais esperado é o do parto. Afinal, que mãe não quer ver logo o rostinho do seu filho, pegá-lo no colo, amamentá-lo, enfim muitas emoções se misturam durante a chegada de um bebê.
E para que ocorra tudo bem durante o trabalho de parto, é necessário que a futura mamãe escolha a forma como quer ter seu filho. Atualmente, muitas mulheres estão optando pelo parto humanizado, que nada mais é do que acolher a gestante com atenção, carinho e delicadeza, para que se sinta assistida.
De acordo com a ginecologista e obstetra, Izilda Feirreira Pupo, o parto é um momento muito especial e alegre na vida da mulher, seja ela adepta ao parto natural, normal ou cesárea. “Para mim, resumo de humanização tem apenas um nome: amor. A paciente precisa ser bem tratada pelo médico, pela família, e até mesmo pelas atendentes do hospital”, explica a médica.
Izilda já realizou o parto de 6.760 bebês e chama a atenção para a importância do parto normal. “É muito importante que houvesse uma campanha para que a maioria dos partos seja normal ou natural, para que as mulheres entendam que o parto não é uma penalização”, comenta.
Algumas das pacientes da obstetra, logo no início do pré- natal, deixam claro que querem cesárea. “Eu não gosto da cesárea, mas não vou execrar. Acho muito mais bonito o parto normal, sem dúvida. Porém, a cesárea veio para nos auxiliar quando por algum motivo existe alguma dificuldade”, afirma.
Já as mães que optam por fazer o parto em casa, devem estar atentas à saúde pessoal e do bebê, que não podem ter qualquer risco. E precisa ficar atenta à estrutura do local e no caso de emergências, se conseguirá chegar a tempo ao hospital. Para registrar as crianças nascidas em casa é necessário ter duas testemunhas maiores de 18 anos, que tenham presenciado o parto.
Doula
A instrutora de yoga, Adriana Vieira, resolveu ter um terceiro filho aos 42 anos, depois de ter passado por duas cesáreas. E assim resolveu experimentar o parto normal. A princípio, o local escolhido para o nascimento de Dora foi a própria casa. A família já havia se preparado com os balões de oxigênio e até montado uma piscina onde o parto iria acontecer. Porém, com o aumento das dores e seguindo o conselho de sua médica, foi ao hospital, e menos de uma hora após chegar lá, a menina nasceu.
Adriana é adepta ao parto humanizado e totalmente a favor do parto em casa, mas destaca que o Brasil ainda não tem estrutura para atender esses casos.
Ela também atua como doula. Seu trabalho consiste em dar ajuda física e mental à gestante. Adriana formou-se como doula na Holanda e explica que cada pessoa utiliza-se de ferramentas para aliviar a dor da mulher. No caso, ela trabalha com yoga e usa técnicas e exercícios para facilitar o trabalho de parto. Além disso, a doula acolhe também a família da gestante.
A gestante que quiser o auxílio de uma doula pode acessar o site www.doulas.com.br e buscar por uma que atue em sua região.