Desconhecida por muitos, o herpes ocular é uma realidade que afeta várias pessoas. Trata-se de uma úlcera de córnea, uma infecção na parte anterior do globo ocular. Uma mancha branca causa a diminuição da área transparente do olho e pode causar a perda da visão. Apesar do tratamento ser simples, deve ser diagnosticado precocemente para que complicações sejam evitadas. Estas podem variar de sequelas simples até a cegueira. Portanto, a prática de automedicação é extremamente desaconselhada.
O local de ação do vírus é a fronteira entre a pele e a mucosa, tecido vermelho que reveste a cavidades do corpo. A doença geralmente se manifesta de forma unilateral, ou seja, em apenas um dos olhos. Sensação de corpo estranho no olho ou conjuntivite são sintomas percebidos inicialmente pelo paciente.
No entanto, uma consulta com um oftalmologista é o procedimento mais recomendado. Este poderá diagnosticar o herpes ocular por meio de um exame clínico conhecido como biomicroscopia, uma espécie de microscópio que permite ao médico examinar o globo ocular. Depois de diagnosticado, o paciente deve evitar contato inter-humano e seguir as recomendações do oftalmologista.
Segundo especialistas, a ansiedade é um dos principais parceiros do herpes. Uma tensão pré-vestibular, assaltos relâmpagos, estresses pós-traumáticos e outros episódios ligados a apreensão diminuem o vigor físico da vítima, portanto a manifestação do vírus está diretamente ligada com a imunidade. Outro fator que facilita a contaminação é a exposição excessiva ao sol.
Vírus HSV
O vírus HSV é o causador do herpes. Atualmente, oito tipos desse vírus são conhecidos. Tipos 1 e 2 são os maiores causadores do herpes simples, que atua em genitais e áreas da face. O tipo zoster, popularmente conhecido como cobreiro, está associado ao herpes-zóster e doenças como varicela e catapora. A mononucleose, conhecida como doença do beijo, é outra enfermidade na boca provocada pelo vírus HSV, neste caso, o tipo 5.
A enfermidade mais comum que acontece em decorrência do HSV-2 é a genital. O infectologista Davi Lopez explica que na maioria dos casos o herpes genital não é transmitido por meio de uma lesão e sim por um vírus assintomático, ou seja, sem sintomas aparentes. “A infecção também pode ocorrer durante o parto, se a mãe possuir o vírus provavelmente ele será transmitido para o recém-nascido. No entanto, a doença pode ser facilmente evitada por meio do uso de preservativos”, disse.
Pessoas que utilizam medicamentos imunossupressores, que são remédios que abaixam a imunidade, idosos, transplantados e portadores de HIV são mais suscetíveis ao herpes, pois a infecção está diretamente relacionada à baixa imunidade do paciente. Como se trata de um vírus, o HSV não possui cura definitiva. Mas Lopez ressalta que ele pode ser controlado com medicamentos antivirais e pomadas. “Infelizmente a vacina é pouco eficaz. Tratamento com pomadas, via-oral e intravenosa são os mais corriqueiros”. Uma grande parte da população é portadora do vírus HSV, porém nem todos manifestam a doença.
Desconhecida por muitos, o herpes ocular é uma realidade que afeta várias pessoas. Trata-se de uma úlcera de córnea, uma infecção na parte anterior do globo ocular. Uma mancha branca causa a diminuição da área transparente do olho e pode causar a perda da visão. Apesar do tratamento ser simples, deve ser diagnosticado precocemente para que complicações sejam evitadas. Estas podem variar de sequelas simples até a cegueira. Portanto, a prática de automedicação é extremamente desaconselhada.
O local de ação do vírus é a fronteira entre a pele e a mucosa, tecido vermelho que reveste a cavidades do corpo. A doença geralmente se manifesta de forma unilateral, ou seja, em apenas um dos olhos. Sensação de corpo estranho no olho ou conjuntivite são sintomas percebidos inicialmente pelo paciente.
No entanto, uma consulta com um oftalmologista é o procedimento mais recomendado. Este poderá diagnosticar o herpes ocular por meio de um exame clínico conhecido como biomicroscopia, uma espécie de microscópio que permite ao médico examinar o globo ocular. Depois de diagnosticado, o paciente deve evitar contato inter-humano e seguir as recomendações do oftalmologista.
Segundo especialistas, a ansiedade é um dos principais parceiros do herpes. Uma tensão pré-vestibular, assaltos relâmpagos, estresses pós-traumáticos e outros episódios ligados a apreensão diminuem o vigor físico da vítima, portanto a manifestação do vírus está diretamente ligada com a imunidade. Outro fator que facilita a contaminação é a exposição excessiva ao sol.
Vírus HSV
O vírus HSV é o causador do herpes. Atualmente, oito tipos desse vírus são conhecidos. Tipos 1 e 2 são os maiores causadores do herpes simples, que atua em genitais e áreas da face. O tipo zoster, popularmente conhecido como cobreiro, está associado ao herpes-zóster e doenças como varicela e catapora. A mononucleose, conhecida como doença do beijo, é outra enfermidade na boca provocada pelo vírus HSV, neste caso, o tipo 5.
A enfermidade mais comum que acontece em decorrência do HSV-2 é a genital. O infectologista Davi Lopez explica que na maioria dos casos o herpes genital não é transmitido por meio de uma lesão e sim por um vírus assintomático, ou seja, sem sintomas aparentes. “A infecção também pode ocorrer durante o parto, se a mãe possuir o vírus provavelmente ele será transmitido para o recém-nascido. No entanto, a doença pode ser facilmente evitada por meio do uso de preservativos”, disse.
Pessoas que utilizam medicamentos imunossupressores, que são remédios que abaixam a imunidade, idosos, transplantados e portadores de HIV são mais suscetíveis ao herpes, pois a infecção está diretamente relacionada à baixa imunidade do paciente. Como se trata de um vírus, o HSV não possui cura definitiva. Mas Lopez ressalta que ele pode ser controlado com medicamentos antivirais e pomadas. “Infelizmente a vacina é pouco eficaz. Tratamento com pomadas, via-oral e intravenosa são os mais corriqueiros”. Uma grande parte da população é portadora do vírus HSV, porém nem todos manifestam a doença.