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Com problemas
Inaugurada em janeiro passado, a escola municipal Luiz Gonzaga Alca de  Sant'Anna já enfrenta problemas. Por exemplo: falta de merendeiras, que obriga o cancelamento de aulas no contra turno. Não bastasse, a unidade - apesar de nova - não dispõe de ar condicionado. Isso a despeito das promessas da Secretaria de Educação em dotar  de aparelhos em todas as unidades até 2020. O assunto, aliás, já chamou a atenção da vereadora Audrey Kleys (PP), que tem na Educação sua bandeira na Câmara. Durante sessão na última quinta (21), ela já levantou o problema e pediu explicações formais à pasta. Audrey já foi secretária-adjunta e ocupou, ainda que interinamente, a secretaria durante o primeiro mandato do prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB).  

Mais problemas II

O fim das atividades da Escola Especial Carmelita Proost Villaça, onde hoje estudam 60 alunos, passa por uma questão clara: verbas. Afinal, no afã da inclusão - palavra da moda - não existem verbas federais para unidades que ainda atuam de forma isolada no trato com crianças especiais. Ou seja, os recursos só são enviados quando há inclusão de menores portadores de necessidades especiais. Professores que conhecem o Carmelita sabem o valor que a escola tem para milhares de jovens que por lá passaram desde sua fundação, em agosto de 1960. Mas, o capital supera a realidade do cotidiano. E tudo gira em cifras. Infelizmente.  

Mais problemas III

Em pleno século 21, as aulas de informática na rede municipal estão sendo reduzidas. Motivo:  mudanças implementadas pela Seduc, que transformou as aulas da disciplina em projetos. Ganhando menos e sem garantias, muitos docentes abriram mão de tocar a disciplina. Além disso, com falta de manutenção das máquinas, as aulas ficam praticamente impossíveis de serem ministradas. Ou seja, empurram a disciplina para o ostracismo, ao invés de transformá-la em ferramenta e atrativa para o cotidiano escolar. Na contramão, portanto, da atualidade.    

Mais problemas IV

Os alunos podem ter recebido o material escolar, mas muitas unidades municipais estão com estoque administrativo zerado. Existem relatos que faltam de clipes, grampos, borrachas e até folhas de sulfite. Em alguns casos, os pais são gentilmente convidados a trazer o material para a escola para ajudar nas atividades dos filhos.  

 

Mais problemas V

  Os problemas no setor educacional são tantos que a vereadora Telma de Souza (PT) agendou para sexta (29), às 18 horas, na UME Leonardo Nunes, uma audiência pública para discutir a situação das unidades. Entre os temas, a qualidade do ensino, manutenção das escolas, valorização dos profissionais, segurança e a grade curricular do Ensino de Jovens e Adolescentes - EJA.    
25 de março de 2019

Com problemas

Inaugurada em janeiro passado, a escola municipal Luiz Gonzaga Alca de  Sant’Anna já enfrenta problemas.

Por exemplo: falta de merendeiras, que obriga o cancelamento de aulas no contra turno.

Não bastasse, a unidade – apesar de nova – não dispõe de ar condicionado.

Isso a despeito das promessas da Secretaria de Educação em dotar  de aparelhos em todas as unidades até 2020.

O assunto, aliás, já chamou a atenção da vereadora Audrey Kleys (PP), que tem na Educação sua bandeira na Câmara.

Durante sessão na última quinta (21), ela já levantou o problema e pediu explicações formais à pasta.

Audrey já foi secretária-adjunta e ocupou, ainda que interinamente, a secretaria durante o primeiro mandato do prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB).

 

Mais problemas II

O fim das atividades da Escola Especial Carmelita Proost Villaça, onde hoje estudam 60 alunos, passa por uma questão clara: verbas.

Afinal, no afã da inclusão – palavra da moda – não existem verbas federais para unidades que ainda atuam de forma isolada no trato com crianças especiais.

Ou seja, os recursos só são enviados quando há inclusão de menores portadores de necessidades especiais.

Professores que conhecem o Carmelita sabem o valor que a escola tem para milhares de jovens que por lá passaram desde sua fundação, em agosto de 1960.

Mas, o capital supera a realidade do cotidiano.

E tudo gira em cifras.

Infelizmente.

 

Mais problemas III

Em pleno século 21, as aulas de informática na rede municipal estão sendo reduzidas.

Motivo:  mudanças implementadas pela Seduc, que transformou as aulas da disciplina em projetos.

Ganhando menos e sem garantias, muitos docentes abriram mão de tocar a disciplina.

Além disso, com falta de manutenção das máquinas, as aulas ficam praticamente impossíveis de serem ministradas.

Ou seja, empurram a disciplina para o ostracismo, ao invés de transformá-la em ferramenta e atrativa para o cotidiano escolar.

Na contramão, portanto, da atualidade.

 

 

Mais problemas IV

Os alunos podem ter recebido o material escolar, mas muitas unidades municipais estão com estoque administrativo zerado.

Existem relatos que faltam de clipes, grampos, borrachas e até folhas de sulfite.

Em alguns casos, os pais são gentilmente convidados a trazer o material para a escola para ajudar nas atividades dos filhos.

 

 

Mais problemas V

 

Os problemas no setor educacional são tantos que a vereadora Telma de Souza (PT) agendou para sexta (29), às 18 horas, na UME Leonardo Nunes, uma audiência pública para discutir a situação das unidades.

Entre os temas, a qualidade do ensino, manutenção das escolas, valorização dos profissionais, segurança e a grade curricular do Ensino de Jovens e Adolescentes – EJA.

 

 

Da Redação
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