Cansaço visível | Boqnews
Cansaço visível
Noites mal dormidas e estresse têm um só resultado: olheiras escuras e profundas.  Mesmo com a possibilidade de serem “camufladas” elas refletem o cansaço de uma vida agitada . Além da noite mal dormida e estresse, os vilões desse problema são má alimentação, o álcool, cigarro, cansaço e esforço de chorar.  

As olheiras são resultado da congestão vascular. As veias da pálpebra inferior se dilatam e ficam mais visíveis. Como a pele dessa região é mais fina, o acúmulo de vasinhos dilatados torna-se mais evidente. 

Além de ser consequência de um conjunto de fatores e  ter como principal responsável a fadiga, as olheiras também podem ter origem genética. “Algumas pessoas apresentam uma hiperpigmentação (acúmulo de melanina) na região da pálpebra inferior. Isso gera uma alteração de cor, mas uma noite bem dormida não resolve o problema”, explica a dermatologista Fabiana Addário.

A etnia e até mesmo o  avanço da idade são fatores que contribuem para que a pele dessa região torne-se mais fina e mostre, mais facilmente, os vasinhos ou acúmulo de melanina.



Tratamento
Com o ritmo agitado do dia-a-dia todos estão sujeitos às olheiras.  Quando ela é apenas  resultado do cansaço, é possível driblar o problema mais facilmente.  Cremes à base de vitamina K, gincobiloba, ácido tioglicólico são a primeira etapa do tratamento. “A vitamina K e o ácido ajudam a clarear a área e a gincobiloba aumenta a circulação local”, afirma a dermatologista.

Quando o problema não é frequente e o objetivo é amenizar o resultado de uma noite mal dormida, compressas de chá verde são indicadas. Segundo Fabiana o chá  ajuda a desinchar essa região. “As compressas  frias, como as de chá de camomila, também ajudam a amenizar o problema”, acrescenta.

A maquiagem corretiva é uma saída. Quando apropriada para o tipo de pele e também no tom correto, ela ajuda a esconder as manchas escuras. O corretivo deve ser um pouco mais claro que o tom da pele.

No mercado existem produtos compactos, líquidos e em forma de bastão. Com um pincel, a mulher deve passar o produto em toda a pálpebra superior e inferior, no canto dos olhos, nariz e abrir levemente para as maçãs do rosto com o objetivo de uniformizar o restante da pele. 

Tecnologia
Para os casos genéticos, em que as olheiras são quase que permanentes e a região da pálpebra inferior apresenta uma pigmentação escura, os tratamentos  são intensificados. Uma sugestão é o peeling concentrado, que ajuda a clarear essa área.  É necessário mais do que uma sessão.

A luz intensa pulsada também apresenta bons resultados no tratamento de olheiras permanentes, se associada a outros tratamentos.  “A luz intensa age diretamente na melanina e oxida essa substância. Por isso, ela clareia a região da pálpebra inferior”, explica. “Por ser uma região próxima ao olho, é preciso ter muito cuidado”, alerta.

Preenchimento
De acordo com a dermatologista, o preenchimento com ácido hialurônico é o que apresenta melhores resultados no tratamento de olheiras permanentes. “Ele vai preencher o vazio que, com o tempo, se forma na região das pálpebras inferiores. Ele vai afastar a pele dos vasos sanguíneos dessa região”, explica.

Fabiana comenta que essa substância já está presente no organismo humano, por isso, além de ser recomendado pela Associação Brasileira de Dermatologia, os resultados são seguros e a substância é degradada pelo próprio organismo.

Apesar da satisfação de grande parte dos pacientes que aderem à técnica, a dermatologista alerta para alguns casos que o preenchimento não é recomendável. “Além de grávidas e mulheres que estão amamentando, pessoas que apresentam flacidez em excesso e bolsas de gordura na pálpebra inferior também não podem passar por esse procedimento”, afirma.

Prevenção
Algumas atitudes podem ajudar na hora de combater as olheiras, como um estilo de vida mais saudável, as oito horas de sono e uma alimentação adequada. A ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo e a rotina muito agitada não só contribuem para as olheiras escuras, mas também colaboram para o envelhecimento precoce.
16 de outubro de 2009

Cansaço visível

Noites mal dormidas e estresse têm um só resultado: olheiras escuras e profundas.  Mesmo com a possibilidade de serem “camufladas” elas refletem o cansaço de uma vida agitada . Além da noite mal dormida e estresse, os vilões desse problema são má alimentação, o álcool, cigarro, cansaço e esforço de chorar.  

As olheiras são resultado da congestão vascular. As veias da pálpebra inferior se dilatam e ficam mais visíveis. Como a pele dessa região é mais fina, o acúmulo de vasinhos dilatados torna-se mais evidente. 

Além de ser consequência de um conjunto de fatores e  ter como principal responsável a fadiga, as olheiras também podem ter origem genética. “Algumas pessoas apresentam uma hiperpigmentação (acúmulo de melanina) na região da pálpebra inferior. Isso gera uma alteração de cor, mas uma noite bem dormida não resolve o problema”, explica a dermatologista Fabiana Addário.

A etnia e até mesmo o  avanço da idade são fatores que contribuem para que a pele dessa região torne-se mais fina e mostre, mais facilmente, os vasinhos ou acúmulo de melanina.



Tratamento
Com o ritmo agitado do dia-a-dia todos estão sujeitos às olheiras.  Quando ela é apenas  resultado do cansaço, é possível driblar o problema mais facilmente.  Cremes à base de vitamina K, gincobiloba, ácido tioglicólico são a primeira etapa do tratamento. “A vitamina K e o ácido ajudam a clarear a área e a gincobiloba aumenta a circulação local”, afirma a dermatologista.

Quando o problema não é frequente e o objetivo é amenizar o resultado de uma noite mal dormida, compressas de chá verde são indicadas. Segundo Fabiana o chá  ajuda a desinchar essa região. “As compressas  frias, como as de chá de camomila, também ajudam a amenizar o problema”, acrescenta.

A maquiagem corretiva é uma saída. Quando apropriada para o tipo de pele e também no tom correto, ela ajuda a esconder as manchas escuras. O corretivo deve ser um pouco mais claro que o tom da pele.

No mercado existem produtos compactos, líquidos e em forma de bastão. Com um pincel, a mulher deve passar o produto em toda a pálpebra superior e inferior, no canto dos olhos, nariz e abrir levemente para as maçãs do rosto com o objetivo de uniformizar o restante da pele. 

Tecnologia
Para os casos genéticos, em que as olheiras são quase que permanentes e a região da pálpebra inferior apresenta uma pigmentação escura, os tratamentos  são intensificados. Uma sugestão é o peeling concentrado, que ajuda a clarear essa área.  É necessário mais do que uma sessão.

A luz intensa pulsada também apresenta bons resultados no tratamento de olheiras permanentes, se associada a outros tratamentos.  “A luz intensa age diretamente na melanina e oxida essa substância. Por isso, ela clareia a região da pálpebra inferior”, explica. “Por ser uma região próxima ao olho, é preciso ter muito cuidado”, alerta.

Preenchimento
De acordo com a dermatologista, o preenchimento com ácido hialurônico é o que apresenta melhores resultados no tratamento de olheiras permanentes. “Ele vai preencher o vazio que, com o tempo, se forma na região das pálpebras inferiores. Ele vai afastar a pele dos vasos sanguíneos dessa região”, explica.

Fabiana comenta que essa substância já está presente no organismo humano, por isso, além de ser recomendado pela Associação Brasileira de Dermatologia, os resultados são seguros e a substância é degradada pelo próprio organismo.

Apesar da satisfação de grande parte dos pacientes que aderem à técnica, a dermatologista alerta para alguns casos que o preenchimento não é recomendável. “Além de grávidas e mulheres que estão amamentando, pessoas que apresentam flacidez em excesso e bolsas de gordura na pálpebra inferior também não podem passar por esse procedimento”, afirma.

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Algumas atitudes podem ajudar na hora de combater as olheiras, como um estilo de vida mais saudável, as oito horas de sono e uma alimentação adequada. A ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo e a rotina muito agitada não só contribuem para as olheiras escuras, mas também colaboram para o envelhecimento precoce.

Da Redação
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