Santos é uma das sete cidades brasileiras que adotam em sua totalidade os serviços de coleta seletiva, ao lado de Santo André, São Bernardo do Campos (três municípios paulistas), e as capitais Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e Goiânia (GO). Pouco para um país com as dimensões do Brasil. Não é à toa que nós importamos lixo reciclado. Em 2008, foram gastos US$ 250 milhões apenas com a importação de alumínio, cobre e resíduos de fuligem, por exemplo, por empresas recicladoras em razão do mercado interno ainda ser tímido em relação ao aproveitamento de materiais para a reciclagem.
Os dados fazem parte do documento Ciclosoft 2010 do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), divulgado na edição desta quata (22), do jornal O Estado de S. Paulo. A pesquisa teve início em 1994 e é realizada a cada dois anos pela entidade. A coleta em Santos cresceu 21,5% no primeiro semestre desse ano em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 1.858,32 toneladas recolhidas das ruas neste período.
Poucas cidades
Santos é uma das sete cidades brasileiras que adotam em sua totalidade os serviços de coleta seletiva, ao lado de Santo André, São Bernardo do Campos (três municípios paulistas), e as capitais Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e Goiânia (GO). Pouco para um país com as dimensões do Brasil. Não é à toa que nós importamos lixo reciclado. Em 2008, foram gastos US$ 250 milhões apenas com a importação de alumínio, cobre e resíduos de fuligem, por exemplo, por empresas recicladoras em razão do mercado interno ainda ser tímido em relação ao aproveitamento de materiais para a reciclagem.
Os dados fazem parte do documento Ciclosoft 2010 do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), divulgado na edição desta quata (22), do jornal O Estado de S. Paulo. A pesquisa teve início em 1994 e é realizada a cada dois anos pela entidade. A coleta em Santos cresceu 21,5% no primeiro semestre desse ano em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 1.858,32 toneladas recolhidas das ruas neste período.