Palpitação cardíaca, tremor e sudorese podem ser alguns sinais físicos de fobia. Segundo a psicóloga e practitioner em programação neurolinguística, Regina Vergara, fobia é o medo exagerado de alguns objetos, lugares, animais etc.
Sentir medo é normal e ele serve para proteger os indivíduos de algumas situações que, de certa forma, foram traumatizantes no passado. "Quando é fobia, a pessoa tenta se controlar mas não consegue. Na situação, ela não consegue pensar, age por impulso", explica a psicóloga. "Às vezes, quem sofre desse mal acha o medo bobo e, posteriormente, sente-se envergonhada com sua reação momentânea".
A infância
Diversas pessoas, mesmo depois de adultas, continuam com horror, principalmente, a dois símbolos infantis: palhaços e Papai Noel. Regina explica que isto é muito normal de acontecer em diversos casos. "Muitas vezes a própria mãe coloca medo para a criança não sair tocando nas coisas. Um exemplo: quando querem brincar com cachorro de rua e a mãe alerta que ele morde. A pessoa, quando cresce, fica com medo do animal".
A estudante de engenharia química, Thais Moura, ficou com aversão a aranha aos 12 anos, quando ficou presa no banheiro, durante uma viagem, com o aracnídio. "Ela era muito grande e ameaçava a me atacar. Como não conseguia abrir a porta, comecei a gritar para alguém me escutar". Só depois de dez minutos abriram a porta para que Thais saísse do banheiro.
Hoje, aos 20 anos, sempre que vê uma aranha, a primeira reação que a estudante tem é correr, e só de ver algo parecido com aranhas, já fica arrepiada. "Nunca mais consegui cantar a música da dona aranha", brinca.
Tratamento
Muitos que sofrem de fobias não imaginam a existência de tratamentos que revertem com eficiência a situação. "Os fóbicos precisam aprender novas respostas aos estímulos", ressalta Regina. "Qualquer comportamento que te limite pode ser mudado, ou seja, os comportamentos aprendidos".
Na primeira consulta, a profissional diz que conversa com o paciente para aprofundar no seu medo e, aos poucos, procura novas respostas para substituir os medos exagerados que ficam gravados no cérebro.
Palpitação cardíaca, tremor e sudorese podem ser alguns sinais físicos de fobia. Segundo a psicóloga e practitioner em programação neurolinguística, Regina Vergara, fobia é o medo exagerado de alguns objetos, lugares, animais etc.
Sentir medo é normal e ele serve para proteger os indivíduos de algumas situações que, de certa forma, foram traumatizantes no passado. “Quando é fobia, a pessoa tenta se controlar mas não consegue. Na situação, ela não consegue pensar, age por impulso”, explica a psicóloga. “Às vezes, quem sofre desse mal acha o medo bobo e, posteriormente, sente-se envergonhada com sua reação momentânea”.
A infância
Diversas pessoas, mesmo depois de adultas, continuam com horror, principalmente, a dois símbolos infantis: palhaços e Papai Noel. Regina explica que isto é muito normal de acontecer em diversos casos. “Muitas vezes a própria mãe coloca medo para a criança não sair tocando nas coisas. Um exemplo: quando querem brincar com cachorro de rua e a mãe alerta que ele morde. A pessoa, quando cresce, fica com medo do animal”.
A estudante de engenharia química, Thais Moura, ficou com aversão a aranha aos 12 anos, quando ficou presa no banheiro, durante uma viagem, com o aracnídio. “Ela era muito grande e ameaçava a me atacar. Como não conseguia abrir a porta, comecei a gritar para alguém me escutar”. Só depois de dez minutos abriram a porta para que Thais saísse do banheiro.
Hoje, aos 20 anos, sempre que vê uma aranha, a primeira reação que a estudante tem é correr, e só de ver algo parecido com aranhas, já fica arrepiada. “Nunca mais consegui cantar a música da dona aranha”, brinca.
Tratamento
Muitos que sofrem de fobias não imaginam a existência de tratamentos que revertem com eficiência a situação. “Os fóbicos precisam aprender novas respostas aos estímulos”, ressalta Regina. “Qualquer comportamento que te limite pode ser mudado, ou seja, os comportamentos aprendidos”.
Na primeira consulta, a profissional diz que conversa com o paciente para aprofundar no seu medo e, aos poucos, procura novas respostas para substituir os medos exagerados que ficam gravados no cérebro.