A espera de um filho é sempre carregada de expectativas e sonhos de como será a criança. Muitas acabam nascendo - por diferentes motivos - com deficiências físicas e/ou intelectuais sensoriais. Nestes casos, os pais precisam se adequar à nova realidade e muitas famílias - sem recursos financeiros - acabam ficando desamparadas.
Em Santos, porém, com mais de 50 anos em funcionamento, a Casa da Esperança atende mais de 260 crianças com deficiências física ou intelectual gratuitamente, levando realmente esperança para as famílias no desenvolvimento de seus filhos. A metade (50,1%) são diagnosticadas com Paralisia Cerebral, seguida por Síndrome de Down (8,6%), e Deficiências Físico Motor (7%), além de tantas outras.
As famílias vêm de diferentes destinos no intuito de desenvolver a capacidade destas crianças. Além de Santos, existem pacientes de mais 11 cidades, ultrapassando os limites da Baixada Santista, como São Sebastião, Itariri e Pedro de Toledo.
Para o atual presidente Roberto Luiz Barroso, que voltou no mês passado para a presidência do local após 14 anos - ficando neste período em cargos de diretoria e na própria vice-presidência - a grande alegria é ver a melhora em cada criança. "O atendimento é realizado por profissionais qualificados e somos referência. Ao todo, 36 funcionários prestam atendimento, que é multidisciplinar para as crianças, além do atendimento aos adultos - que poucos sabem. Já são mais de 200 pessoas sendo atendidas por meios de convênios, particular e SUS", conta. E, no caso das crianças, não são apenas elas que recebem atenção. Para as mães também existem atividades especiais, como as oficinas de artesanato e culinária, gerando renda a elas.
Novidades
Segundo o presidente, para este ano a grande novidade é a realização de um Congresso em Santos, que colocará o tema em pauta. "Ainda não temos uma data definida, mas já estamos discutindo e organizando todo o evento. Esta área precisa ser mais debatida", explica. Outra questão, de acordo com o presidente da entidade, é que a cada dia existe a preocupação de que os profissionais se qualifiquem. Neste sentido, eles são incentivados a fazer cursos e atualizações com o intuito de acompanhar as mudanças no atendimento a estas pessoas.
O serviço, que está sempre se reinventando, também terá novidades dentro da própria casa neste ano. "Estamos com o projeto, por exemplo, de construir uma Unidade Respiratória. A arquiteta já está visitando o espaço para analisarmos como faremos. Hoje, 50 crianças precisam deste serviço", esclarece.
Algo mais simples, mas também que fará uma diferença é a criação de um Escovódromo, no intuito de dar aulas de escovação para as mães e crianças, melhorando a saúde bucal de todos.Ainda neste sentido, o presidente também destaca a criação de um ambiente retratando cômodos de uma casa, para que a criança se adapte melhor aos espaços.
Recursos
Com grande número de atendimentos, a despesa da Casa da Esperança é elevada e, como se pode imaginar, o principal desafio é fazer com que as contas sejam pagas no final de cada mês. Para custear todo o serviço, a principal renda vem da própria comunidade. Para se ter ideia, de acordo com o presidente, 52,8% dos recursos são da população, que ajuda principalmente por meio das doações. "Não atrasamos qualquer conta, mas a luta é diária para conseguir os recursos necessários", explica. Informações sobre como ajudar a entidade pelo www.casadaesperancasantos.org.br ou 3278-7801.
A espera de um filho é sempre carregada de expectativas e sonhos de como será a criança. Muitas acabam nascendo – por diferentes motivos – com deficiências físicas e/ou intelectuais sensoriais. Nestes casos, os pais precisam se adequar à nova realidade e muitas famílias – sem recursos financeiros – acabam ficando desamparadas.
Em Santos, porém, com mais de 50 anos em funcionamento, a Casa da Esperança atende mais de 260 crianças com deficiências física ou intelectual gratuitamente, levando realmente esperança para as famílias no desenvolvimento de seus filhos. A metade (50,1%) são diagnosticadas com Paralisia Cerebral, seguida por Síndrome de Down (8,6%), e Deficiências Físico Motor (7%), além de tantas outras.
As famílias vêm de diferentes destinos no intuito de desenvolver a capacidade destas crianças. Além de Santos, existem pacientes de mais 11 cidades, ultrapassando os limites da Baixada Santista, como São Sebastião, Itariri e Pedro de Toledo.
Para o atual presidente Roberto Luiz Barroso, que voltou no mês passado para a presidência do local após 14 anos – ficando neste período em cargos de diretoria e na própria vice-presidência – a grande alegria é ver a melhora em cada criança. “O atendimento é realizado por profissionais qualificados e somos referência. Ao todo, 36 funcionários prestam atendimento, que é multidisciplinar para as crianças, além do atendimento aos adultos – que poucos sabem. Já são mais de 200 pessoas sendo atendidas por meios de convênios, particular e SUS”, conta. E, no caso das crianças, não são apenas elas que recebem atenção. Para as mães também existem atividades especiais, como as oficinas de artesanato e culinária, gerando renda a elas.
Novidades
Segundo o presidente, para este ano a grande novidade é a realização de um Congresso em Santos, que colocará o tema em pauta. “Ainda não temos uma data definida, mas já estamos discutindo e organizando todo o evento. Esta área precisa ser mais debatida”, explica. Outra questão, de acordo com o presidente da entidade, é que a cada dia existe a preocupação de que os profissionais se qualifiquem. Neste sentido, eles são incentivados a fazer cursos e atualizações com o intuito de acompanhar as mudanças no atendimento a estas pessoas.
O serviço, que está sempre se reinventando, também terá novidades dentro da própria casa neste ano. “Estamos com o projeto, por exemplo, de construir uma Unidade Respiratória. A arquiteta já está visitando o espaço para analisarmos como faremos. Hoje, 50 crianças precisam deste serviço”, esclarece.
Algo mais simples, mas também que fará uma diferença é a criação de um Escovódromo, no intuito de dar aulas de escovação para as mães e crianças, melhorando a saúde bucal de todos.Ainda neste sentido, o presidente também destaca a criação de um ambiente retratando cômodos de uma casa, para que a criança se adapte melhor aos espaços.
Recursos
Com grande número de atendimentos, a despesa da Casa da Esperança é elevada e, como se pode imaginar, o principal desafio é fazer com que as contas sejam pagas no final de cada mês. Para custear todo o serviço, a principal renda vem da própria comunidade. Para se ter ideia, de acordo com o presidente, 52,8% dos recursos são da população, que ajuda principalmente por meio das doações. “Não atrasamos qualquer conta, mas a luta é diária para conseguir os recursos necessários”, explica. Informações sobre como ajudar a entidade pelo www.casadaesperancasantos.org.br ou 3278-7801.