A baixa qualidade dos produtos da indústria digital derrubou a satisfação do consumidor com este setor em março. Com queda de 11,9 pontos percentuais, a avaliação atingiu 55,8% contra os 67,6% observados em fevereiro. A informação é do Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC), medido pela ESPM e criado pelo professor pesquisador da escola, Ricardo Pomeranz. O índice global – de 96 empresas de 24 segmentos da economia – manteve-se estável, fechando março com 53,1%, ligeira queda de 0,3 ponto percentual.
É importante observar que, durante o mês, foram registradas publicações em que consumidores tentam convencer outros a não comprar produtos de uma determinada marca. Outro comentário que repercutiu muito foi sobre o superaquecimento de equipamentos de uma das empresas do setor. Neste segmento, o INSC pesquisa HP, Itautec, LG e Positivo.
Primeiro e
único indicador brasileiro com dados totalmente levantados na internet, o INSC
mostra que, do total de segmentos pesquisados, nove registraram queda na
satisfação em relação ao mês anterior. A maior retração ocorreu com a indústria
digital, com variação negativa de 11,9 pontos percentuais (55,8%).
·
Supermercados
69,8% (-5,7 pontos percentuais)
·
Bancos
43,2% (- 3,9 pontos)
·
Bebidas
78,8% (- 3,8 pontos)
·
Personal
Care
74,4% (- 1,7 ponto)
·
Indústria Farmacêutica
69,4% (- 3,9 pontos)
·
Bens de
Consumo
62,4% (- 4,9 pontos)
·
Convênios
médicos
48,1% (- 10,2 pontos)
· Aviação 58,7% (- 5,5 pontos)
Os demais setores tiveram variação positiva na satisfação do consumidor, a maior delas, de 24,4 pontos percentuais, em hospitais e laboratórios.
·
Lojas de
departamento
64,6% (+ 3 pontos)
·
Telecom
28,4% (+ 4,8 pontos)
·
Indústria
automobilística 61,5% (+ 1,3 ponto)
·
Indústria
alimentícia
73,7% (+ 1,3 ponto)
·
Eletroeletrônicos
60,8% (+ 0,4 ponto)
·
Vestuário
76,8% (+ 1,3 ponto)
·
Saneamento
Básico
47,8% (+ 9 pontos)
·
Energia
Elétrica
36,1% (+ 9,2 pontos)
·
Construtoras
55% (+ 2,6 pontos)
·
Gás
53,9% (+ 0,8 ponto)
·
Seguradoras 68,7% (+ 4,8 pontos)
·
Telefonia
fixa
44,5% (+ 5,9 pontos)
·
Drogarias
79,2% (+ 1,3 ponto)
·
Transportes Metropolitanos
33,4% (+ 1,8 ponto)
Consumidor está mais insatisfeito com a qualidade dos eletrônicos, diz pesquisa
A baixa
qualidade dos produtos da indústria digital derrubou a satisfação do consumidor
com este setor em março. Com queda de 11,9 pontos percentuais, a avaliação
atingiu 55,8% contra os 67,6% observados em fevereiro. A informação é do Índice
Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC), medido pela ESPM e criado pelo
professor pesquisador da escola, Ricardo Pomeranz. O índice global – de 96
empresas de 24 segmentos da economia – manteve-se estável, fechando março com
53,1%, ligeira queda de 0,3 ponto percentual.
É importante
observar que, durante o mês, foram registradas publicações em que consumidores
tentam convencer outros a não comprar produtos de uma determinada marca. Outro
comentário que repercutiu muito foi sobre o superaquecimento de equipamentos de
uma das empresas do setor. Neste segmento, o INSC pesquisa HP, Itautec, LG e
Positivo.
Primeiro e
único indicador brasileiro com dados totalmente levantados na internet, o INSC
mostra que, do total de segmentos pesquisados, nove registraram queda na
satisfação em relação ao mês anterior. A maior retração ocorreu com a indústria
digital, com variação negativa de 11,9 pontos percentuais (55,8%).
·
Supermercados
69,8% (-5,7 pontos percentuais)
·
Bancos
43,2% (- 3,9 pontos)
·
Bebidas
78,8% (- 3,8 pontos)
·
Personal
Care
74,4% (- 1,7 ponto)
·
Indústria Farmacêutica
69,4% (- 3,9 pontos)
·
Bens de
Consumo
62,4% (- 4,9 pontos)
·
Convênios
médicos
48,1% (- 10,2 pontos)
·
Aviação
58,7% (- 5,5 pontos)
Os demais
setores tiveram variação positiva na satisfação do consumidor, a maior delas,
de 24,4 pontos percentuais, em hospitais e laboratórios.
·
Lojas de
departamento
64,6% (+ 3 pontos)
·
Telecom
28,4% (+ 4,8 pontos)
·
Indústria
automobilística 61,5% (+ 1,3 ponto)
·
Indústria
alimentícia
73,7% (+ 1,3 ponto)
·
Eletroeletrônicos
60,8% (+ 0,4 ponto)
·
Vestuário
76,8% (+ 1,3 ponto)
·
Saneamento
Básico
47,8% (+ 9 pontos)
·
Energia
Elétrica
36,1% (+ 9,2 pontos)
·
Construtoras
55% (+ 2,6 pontos)
·
Gás
53,9% (+ 0,8 ponto)
·
Seguradoras 68,7% (+ 4,8 pontos)
·
Telefonia
fixa
44,5% (+ 5,9 pontos)
·
Drogarias
79,2% (+ 1,3 ponto)
·
Transportes Metropolitanos
33,4% (+ 1,8 ponto)