O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional, iniciou o período de reuniões públicas para debater com a população a proposta de orçamento. A audiência que vai abranger a Região Metropolitana da Baixada Santista acontece em Santos, na quinta-feira, dia 27 de junho, no Auditório do Museu do Café, na rua XV de Novembro, 95, a partir das 10 horas e vai contar com o apoio da AGEM (Agência Metropolitana da Baixada Santista)
O secretário de Planejamento e Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo, Julio Semeghini, destaca a importância das audiências públicas para a discussão com a população da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014. Segundo ele, é preciso que haja ampla participação das pessoas nessas reuniões, pois só assim o processo pode de fato ser considerado transparente.
“Dessa forma, pretendemos demonstrar com absoluta clareza onde e como será utilizado o dinheiro do cidadão”, destacou Semeghini. De acordo com o secretário, os resultados dessas audiências públicas presenciais e da consulta eletrônica servirão para fornecer subsídios à elaboração da proposta orçamentária do Estado para 2014, encaminhada pelo governador Geraldo Alckmin à Assembleia Legislativa.
Este ano, as reuniões acontecem de 28 de maio até 5 de julho em todas as regiões administrativas, metropolitanas e nas aglomerações urbanas do Estado de São Paulo. As audiências são coordenadas pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional, com o apoio dos Escritórios Regionais, e contam com a participação de representantes do Governo do Estado, parlamentares, autoridades municipais e representantes de organizações da sociedade civil, como ONGs, sindicatos e universidades. Esses encontros são abertos à participação democrática de toda a população.
Semeghini afirmou que é mais um salto importante no investimento para o Estado. “É um momento histórico e vamos discutir as políticas de desenvolvimento e as prioridades para executar todo o orçamento juntamente com a população e seus representantes. É, digamos, um marco da democracia poder falar abertamente e publicamente sobre o destino dos recursos do nosso Estado”, completou.
A participação popular, ressaltou Julio Semeghini, permite que sugestões possam ser levadas em conta e que haja a identificação de programas orçamentários que são considerados pela população como os mais relevantes neste momento.
O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional, iniciou o período de reuniões públicas para debater com a população a proposta de orçamento. A audiência que vai abranger a Região Metropolitana da Baixada Santista acontece em Santos, na quinta-feira, dia 27 de junho, no Auditório do Museu do Café, na rua XV de Novembro, 95, a partir das 10 horas e vai contar com o apoio da AGEM (Agência Metropolitana da Baixada Santista)
O secretário de Planejamento e Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo, Julio Semeghini, destaca a importância das audiências públicas para a discussão com a população da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014. Segundo ele, é preciso que haja ampla participação das pessoas nessas reuniões, pois só assim o processo pode de fato ser considerado transparente.
“Dessa forma, pretendemos demonstrar com absoluta clareza onde e como será utilizado o dinheiro do cidadão”, destacou Semeghini. De acordo com o secretário, os resultados dessas audiências públicas presenciais e da consulta eletrônica servirão para fornecer subsídios à elaboração da proposta orçamentária do Estado para 2014, encaminhada pelo governador Geraldo Alckmin à Assembleia Legislativa.
Este ano, as reuniões acontecem de 28 de maio até 5 de julho em todas as regiões administrativas, metropolitanas e nas aglomerações urbanas do Estado de São Paulo. As audiências são coordenadas pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional, com o apoio dos Escritórios Regionais, e contam com a participação de representantes do Governo do Estado, parlamentares, autoridades municipais e representantes de organizações da sociedade civil, como ONGs, sindicatos e universidades. Esses encontros são abertos à participação democrática de toda a população.
Semeghini afirmou que é mais um salto importante no investimento para o Estado. “É um momento histórico e vamos discutir as políticas de desenvolvimento e as prioridades para executar todo o orçamento juntamente com a população e seus representantes. É, digamos, um marco da democracia poder falar abertamente e publicamente sobre o destino dos recursos do nosso Estado”, completou.
A participação popular, ressaltou Julio Semeghini, permite que sugestões possam ser levadas em conta e que haja a identificação de programas orçamentários que são considerados pela população como os mais relevantes neste momento.