No inverno, as pessoas ficam mais suscetíveis as infecções respiratórias, gerando desconfortos como tosse, febre, dor de garganta e nariz congestionado. Quando se trata de sintomas de gripes e resfriados, existem dois tipos de tosse: a produtiva e a não produtiva.
Quando falamos de tosse, o paciente logo a associa o uso de xaropes para eliminar este incômodo, buscando, além do alívio, a resolução do problema. Entretanto, antes de optar por um tratamento é preciso entender que a ela possui características diferentes e consequentemente, os medicamentos possuem formulações distintas para cada uma delas. “Por isso é muito importante saber identificar as diferenças que irão ajudá-lo a escolher os corretos”, explica o Dr Hélio Osmo.
Tosse produtiva (presença de secreção)
Neste tipo de sintoma, normalmente o tratamento mais indicado é o uso de expectorantes, que fluidificam as secreções, permitindo que o corpo a expulse de forma mais fácil. O mais importante é limpar o pulmão e as vias aéreas que estão repletas de secreção, geralmente originadas por um processo infeccioso (gripes e resfriados).
Tosse seca (ausência de secreção)
Muitas são as origens da tosse seca (processo alérgico, irritativo, inflamação causada por gripes e resfriados, entre outros). A ausência de secreção indica que um estímulo nervoso reflexo é desencadeado por um fator mecânico periférico (agressor químico, físico ou biológico). O centro neurológico da tosse desencadeia uma resposta complexa que envolve dezenas de músculos localizados nas vias áreas que executam a expulsão do agente agressor. O tratamento indicado para este tipo de tosse é a adoção do uso de antitussígenos, que agem inibindo o reflexo da tosse desencadeado pelo centro da tosse.
Muitos xaropes para a doença podem ser comprados sem receita, mas é importante buscar a informação de um profissional da saúde sobre a utilização destes medicamentos e, principalmente identificar a origem da tosse. “É uma manifestação de defesa do corpo indicando que existe algum agente agressor”, completa.
No inverno, as pessoas ficam mais suscetíveis as infecções respiratórias, gerando desconfortos como tosse, febre, dor de garganta e nariz congestionado. Quando se trata de sintomas de gripes e resfriados, existem dois tipos de tosse: a produtiva e a não produtiva.
Quando falamos de tosse, o paciente logo a associa o uso de xaropes para eliminar este incômodo, buscando, além do alívio, a resolução do problema. Entretanto, antes de optar por um tratamento é preciso entender que a ela possui características diferentes e consequentemente, os medicamentos possuem formulações distintas para cada uma delas. “Por isso é muito importante saber identificar as diferenças que irão ajudá-lo a escolher os corretos”, explica o Dr Hélio Osmo.
Tosse produtiva (presença de secreção)
Neste tipo de sintoma, normalmente o tratamento mais indicado é o uso de expectorantes, que fluidificam as secreções, permitindo que o corpo a expulse de forma mais fácil. O mais importante é limpar o pulmão e as vias aéreas que estão repletas de secreção, geralmente originadas por um processo infeccioso (gripes e resfriados).
Tosse seca (ausência de secreção)
Muitas são as origens da tosse seca (processo alérgico, irritativo, inflamação causada por gripes e resfriados, entre outros). A ausência de secreção indica que um estímulo nervoso reflexo é desencadeado por um fator mecânico periférico (agressor químico, físico ou biológico). O centro neurológico da tosse desencadeia uma resposta complexa que envolve dezenas de músculos localizados nas vias áreas que executam a expulsão do agente agressor. O tratamento indicado para este tipo de tosse é a adoção do uso de antitussígenos, que agem inibindo o reflexo da tosse desencadeado pelo centro da tosse.
Muitos xaropes para a doença podem ser comprados sem receita, mas é importante buscar a informação de um profissional da saúde sobre a utilização destes medicamentos e, principalmente identificar a origem da tosse. “É uma manifestação de defesa do corpo indicando que existe algum agente agressor”, completa.