Nesta época do ano, os sonhos parecem ganhar nova força. A esperança também é reacesa com histórias de pessoas responsáveis por emocionar e inspirar.
Assim é a história de Erivaldo, que todos os dias do Natal se transforma em Papai Noel, distribuindo pirulitos e muita alegria. Quando criança, sua família era bastante simples e a mãe não conseguia comprar presentes. Uma amiga dela, Erlinda França, se vestia de Papai Noel e os visitava na noite de Natal, entregando presentes para ele e seu irmão. Lembrança que Erivaldo guarda com muito carinho até hoje e que o fez sonhar com o dia em que estaria neste papel, levando alegria às outras crianças.
"Após me casar, conversei com minha esposa e filhos e tive a ideia de comprar uma roupa para espalhar esta alegria no dia do Natal", conta Erivaldo, que prefere não dar o nome completo para não ser identificado. "Faço isso por paixão e gratidão apenas", conta.
Vestindo a roupa de Papai Noel, Erivaldo já coleciona histórias que demonstram da melhor maneira o que a época representa. Ao lembrar de momentos vivenciados, ele chora, faz pausas e continua contando as histórias.
"Teve uma criança, que sem eu ver, colocou uma cartinha onde estavam os pirulitos. Uma senhora viu e me avisou... Ao ler a carta, nos emocionamos com o pedido. Ela queria uma cama, pois estava dormindo no chão. A senhora, então, realizou este pedido", relembra.
"Outra criança que me emocionou foi uma menina de sete anos, bem simples. O seu pedido foi muita saúde e paz para todo mundo. Quando perguntei se ela queria algo para ela, a menina respondeu que não precisava de nada, pois poderia ser qualquer coisa", conta.
Outra emoção ocorreu quando o bom velhinho resolveu fazer a visita à dona Erlinda, que o fazia acreditar na magia do Natal quando criança. "Eu e meu irmão fizemos uma surpresa. Fomos ao seu apartamento. Eu de Papai Noel sem avisar. Precisava mostrar que o que estava fazendo tinha ela como inspiração. Ela ficou muito emocionada quando tirei a barba e ela me reconheceu. Você quer me matar do coração? disse para mim", relembra.
A filha, Evelin, conta que o dia em que ele chegou em casa contando sobre a visita foi marcante. "A visita era para retribuir tudo que ela havia feito por eles... Todos choraram", relembra a filha, que conta a história com bastante carinho.
A última vez que a reencontrou foi no velório da mãe, no último dia 3. "É algo que ainda dói muito. Uma perda e tanto para nós", conta Erivaldo.
Bons exemplos
Ser o Bom Velhinho não é apenas utilizar a vestimenta certa e aplicar uma grande barba. É preciso também saber o que falar. No Super Centro Boqueirão, por exemplo, crianças aparecem não apenas para receber um simples pirulito, mas também para ouvir conselhos.
O garoto Patrick, de oito anos, gosta muita desta conversa. Fica durante minutos ouvindo o que o homem de barba branca e roupa vermelha tem a dizer-lhe. "Adoro conversar com ele. Sinto-me melhor toda vez que vou embora", conta. Agora que está de férias, a vontade do pequeno é visitá-lo todos os dias, com a companhia do tio, que de longe observa o encontro. A pequena Giovanna também ouve atentamente as palavras e retribui em carinhos e beijos. São necessárias várias tentativas para conseguir tirar a menina de perto do Papai Noel.
Para ele, que também é conhecido como Willbraco, esta oportunidade é muito gratificante. "Sinto-me abençoado. Quando as crianças chegam perto é como se algo mágico acontecesse. Começo a falar e dar conselhos... Eu me sinto muito bem", ressalta.
Já para o Papai Noel Carlos Tousi, que trabalha fazendo visitas e participando de eventos beneficentes, esta é uma época de acontecimentos bons. "São muitas histórias de carinho que a gente recebe das crianças e até dos mais velhos. Parece que o espírito natalino continua mesmo quando tiro a roupa", conta.
Nesta época do ano, os sonhos parecem ganhar nova força. A esperança também é reacesa com histórias de pessoas responsáveis por emocionar e inspirar.
Assim é a história de Erivaldo, que todos os dias do Natal se transforma em Papai Noel, distribuindo pirulitos e muita alegria. Quando criança, sua família era bastante simples e a mãe não conseguia comprar presentes. Uma amiga dela, Erlinda França, se vestia de Papai Noel e os visitava na noite de Natal, entregando presentes para ele e seu irmão. Lembrança que Erivaldo guarda com muito carinho até hoje e que o fez sonhar com o dia em que estaria neste papel, levando alegria às outras crianças.
“Após me casar, conversei com minha esposa e filhos e tive a ideia de comprar uma roupa para espalhar esta alegria no dia do Natal”, conta Erivaldo, que prefere não dar o nome completo para não ser identificado. “Faço isso por paixão e gratidão apenas”, conta.
Vestindo a roupa de Papai Noel, Erivaldo já coleciona histórias que demonstram da melhor maneira o que a época representa. Ao lembrar de momentos vivenciados, ele chora, faz pausas e continua contando as histórias.
“Teve uma criança, que sem eu ver, colocou uma cartinha onde estavam os pirulitos. Uma senhora viu e me avisou… Ao ler a carta, nos emocionamos com o pedido. Ela queria uma cama, pois estava dormindo no chão. A senhora, então, realizou este pedido”, relembra.
“Outra criança que me emocionou foi uma menina de sete anos, bem simples. O seu pedido foi muita saúde e paz para todo mundo. Quando perguntei se ela queria algo para ela, a menina respondeu que não precisava de nada, pois poderia ser qualquer coisa”, conta.
Outra emoção ocorreu quando o bom velhinho resolveu fazer a visita à dona Erlinda, que o fazia acreditar na magia do Natal quando criança. “Eu e meu irmão fizemos uma surpresa. Fomos ao seu apartamento. Eu de Papai Noel sem avisar. Precisava mostrar que o que estava fazendo tinha ela como inspiração. Ela ficou muito emocionada quando tirei a barba e ela me reconheceu. Você quer me matar do coração? disse para mim”, relembra.
A filha, Evelin, conta que o dia em que ele chegou em casa contando sobre a visita foi marcante. “A visita era para retribuir tudo que ela havia feito por eles… Todos choraram”, relembra a filha, que conta a história com bastante carinho.
A última vez que a reencontrou foi no velório da mãe, no último dia 3. “É algo que ainda dói muito. Uma perda e tanto para nós”, conta Erivaldo.
Bons exemplos
Ser o Bom Velhinho não é apenas utilizar a vestimenta certa e aplicar uma grande barba. É preciso também saber o que falar. No Super Centro Boqueirão, por exemplo, crianças aparecem não apenas para receber um simples pirulito, mas também para ouvir conselhos.
O garoto Patrick, de oito anos, gosta muita desta conversa. Fica durante minutos ouvindo o que o homem de barba branca e roupa vermelha tem a dizer-lhe. “Adoro conversar com ele. Sinto-me melhor toda vez que vou embora”, conta. Agora que está de férias, a vontade do pequeno é visitá-lo todos os dias, com a companhia do tio, que de longe observa o encontro. A pequena Giovanna também ouve atentamente as palavras e retribui em carinhos e beijos. São necessárias várias tentativas para conseguir tirar a menina de perto do Papai Noel.
Para ele, que também é conhecido como Willbraco, esta oportunidade é muito gratificante. “Sinto-me abençoado. Quando as crianças chegam perto é como se algo mágico acontecesse. Começo a falar e dar conselhos… Eu me sinto muito bem”, ressalta.
Já para o Papai Noel Carlos Tousi, que trabalha fazendo visitas e participando de eventos beneficentes, esta é uma época de acontecimentos bons. “São muitas histórias de carinho que a gente recebe das crianças e até dos mais velhos. Parece que o espírito natalino continua mesmo quando tiro a roupa”, conta.