Já considerado o segundo melhor Carnaval do País nos anos 80, Santos tenta se destacar novamente durante a principal festa popular, que neste ano acontece na primeira semana de março.
A pouco mais de um mês para o início da folia, os preparativos nas escolas de samba já estão a todo vapor, principalmente com os ensaios abertos ao público (veja quadro abaixo).
Mesmo para quem não é aficcionado por samba é difícil não se render ao ritmo das baterias das agremiações, que em Santos fazem tanto sucesso quanto uma alegoria inspirada na estética de eventos como a Festa do Boi, em Parintins, no estado amazonense.
E para voltar com a qualidade de outrora, as escolas de samba santistas investem na presença de nomes importantes de outros carnavais, em especial da capital paulista, para fazer a diferença na passarela do samba Dráusio da Cruz.
Na Sangue Jovem, por exemplo, o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Waguinho e Lídia, são considerados o Casal Majestoso da Tom Maior, agremiação paulistana fundada em 1973 no bairro do Sumaré. Mesmo com tanta experiência - são 41 anos como porta-estandarte - a emoção nunca é a mesma."A cada ano, parece que a energia é maior. Fico muito emocionada de fazer parte dessa festa".
Apesar da tragédia ocorrida no Carnaval de 2013, quando um dos carros alegóricos tocou a fiação elétrica na dispersão, no fim do desfile, deixando quatro mortos e cinco feridos, o clima é de superação. Isso fica ainda mais evidente no enredo da escola, Os Imortais. "Homenageamos a Academia Brasileira de Letras, as vítimas do Carnaval passado e outros representantes da região que se foram", complementa o presidente da escola, Luiz Claudio de Freitas.
Leandro Lima, o Paçoca, é o novo intérprete da escola - e com uma importante bagagem: faz parte do corpo da Vai-Vai, outra escola paulistana. "É uma honra representar uma escola santista, pois sou de Santos e as primeiras oportunidades surgiram aqui na Baixada", diz.
Roupagem nova
Já a União Imperial, agremiação da comunidade do Marapé, foi uma das três escolas que não desfilaram no ano passado devido ao incidente, que provocou o antecipação do fim do Carnaval. O presidente Carlos Pitico explica que a composição do samba-enredo será a mesma. "Mas mudamos basicamente tudo: melodia, as alegorias e adereços", destaca.
Já considerado o segundo melhor Carnaval do País nos anos 80, Santos tenta se destacar novamente durante a principal festa popular, que neste ano acontece na primeira semana de março.
A pouco mais de um mês para o início da folia, os preparativos nas escolas de samba já estão a todo vapor, principalmente com os ensaios abertos ao público (veja quadro abaixo).
Mesmo para quem não é aficcionado por samba é difícil não se render ao ritmo das baterias das agremiações, que em Santos fazem tanto sucesso quanto uma alegoria inspirada na estética de eventos como a Festa do Boi, em Parintins, no estado amazonense.
E para voltar com a qualidade de outrora, as escolas de samba santistas investem na presença de nomes importantes de outros carnavais, em especial da capital paulista, para fazer a diferença na passarela do samba Dráusio da Cruz.
Na Sangue Jovem, por exemplo, o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Waguinho e Lídia, são considerados o Casal Majestoso da Tom Maior, agremiação paulistana fundada em 1973 no bairro do Sumaré. Mesmo com tanta experiência – são 41 anos como porta-estandarte – a emoção nunca é a mesma.”A cada ano, parece que a energia é maior. Fico muito emocionada de fazer parte dessa festa”.
Apesar da tragédia ocorrida no Carnaval de 2013, quando um dos carros alegóricos tocou a fiação elétrica na dispersão, no fim do desfile, deixando quatro mortos e cinco feridos, o clima é de superação. Isso fica ainda mais evidente no enredo da escola, Os Imortais. “Homenageamos a Academia Brasileira de Letras, as vítimas do Carnaval passado e outros representantes da região que se foram”, complementa o presidente da escola, Luiz Claudio de Freitas.
Leandro Lima, o Paçoca, é o novo intérprete da escola – e com uma importante bagagem: faz parte do corpo da Vai-Vai, outra escola paulistana. “É uma honra representar uma escola santista, pois sou de Santos e as primeiras oportunidades surgiram aqui na Baixada”, diz.
Roupagem nova
Já a União Imperial, agremiação da comunidade do Marapé, foi uma das três escolas que não desfilaram no ano passado devido ao incidente, que provocou o antecipação do fim do Carnaval. O presidente Carlos Pitico explica que a composição do samba-enredo será a mesma. “Mas mudamos basicamente tudo: melodia, as alegorias e adereços”, destaca.