Lei do Samu

Palestra no exterior

22 de outubro de 2019 - 19:53

Da Redação

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O comitê americano de trauma, da Universidade Americana de Cirurgiões (ACS), convidou o vereador Adilson Junior (PTB) para falar da chamada ‘Lei do Samu’, de autoria do vereador, no encontro que acontecerá no próximo dia 25 de outubro, na cidade de São Francisco, Califórnia.

O convite partiu do diretor do comitê, em ofício endereçado ao vereador.

Além disso, o ACS soube do Projeto de Lei (PL) 14/2018, aprovado em 25 de março e que foi sancionado pelo prefeito Paulo Alexandre.

O PL deu origem à Lei 3.523/2019 e gerou interesse dos americanos em saber como funciona o sistema em Santos.

“Fiquei muito feliz com esse convite, principalmente porque a intenção do Projeto foi desafogar as UPAs, dar mais agilidade ao atendimento do SAMU e contribuir para salvar vidas”, esclarece Adilson.

Não bastasse, o PL foi discutido com a equipe do SAMU que participa até hoje de reuniões com o vereador para acompanhar os números.

Após a Lei, cerca de 17% dos atendimentos do SAMU são encaminhados diretamente para hospitais particulares.

Não bastasse, o paciente, se estiver em condições, pode escolher para qual hospital particular será levado, desde que o plano de saúde atenda.

Assim, a família fica com essa decisão, caso o paciente esteja desacordado.

“Obviamente, o SAMU avalia o caso de cada paciente e se for necessário leva para o hospital mais próximo que, inclusive, pode
ser a UPA”, explica Adilson.

 

 

Capep

Além disso, a Lei também teve impacto direto nos cerca de 27 mil mutuários da Capep (plano de assistência do servidor público municipal).

Assim, a Capep atende servidores na ativa, familiares e aposentados e o custo de remoção de um mutuário que foi levado para a UPA, por exemplo mas queria ser transferido para hospital particular conveniado, era de cerca de R$ 600,00.

“Claro que inúmeras vezes o mutuário não conseguia arcar com esse custo e acabava ficando na UPA. Com a lei, ele vai direto, o que desafoga os leitos no serviço público e ainda não há a despesa financeira paga pelo paciente”, destaca o vereador.

Todas as despesas serão custeadas pela ACS.

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