O ditado popular já diz: amor de mãe não tem tamanho. Mãe é um ser que ama incondicionalmente, que vive intensamente, e é a única pessoa que chora de felicidade com um simples "mamã", quando o olhar ainda era o único meio de se comunicar. Um amor que não distingue diferenças. "Ele nem nasceu, mas eu o amo demais e sei que será um filho que me ensinará muito", diz Maria Luíza Godofredo Abreu.
Maria Luíza conta que está grávida de oito meses e há um descobriu que seu filho nascerá com Síndrome de Down. "No início, eu tomei um susto, porque tinha medo de não dar conta do recado, mas conversei com meu médico e ele explicou que posso ser uma ótima mãe para ele. Meu objetivo é aprender com ele e poder passar a minha experiência para outras pessoas".
É o que fez Izilda Maria Dias Glória, que fundou o Centro de Convivência Esperança e Vida. Sua filha, Ana Maria Dias Glória, é portadora de paralisia cerebral e depois de 26 anos cuidando da menina, ela decidiu compartilhar seu conhecimento. "Após os 14 anos, o especial é rejeitado por instituições públicas e ONGs, então, eu e meu marido [falecido em 2006] decidimos ajudar essas pessoas. Há nove anos, somos a única instituição que atende jovens acima dos 14 anos", afirma Inilza. A entidade atende hoje 62 pessoas especiais, de 14 a 70 anos.
Segundo ela, o amor é incondicional. "Eu aprendo com ela todos os dias, me faz amá-la mais e mais. Agora eu me dedico não só a ela, mas a dezenas de pessoas que precisam do carinho e da atenção de verdadeiras mães na instituição. Eu me sinto um pouco mãe de cada uma delas", afirma Izilda.

Se o amor é tão forte e verdadeiro, o de um filho pela mãe, que se dedicou anos da vida para o seu bem-estar, é ainda mais bonito. É o caso de Rafael Moreira de Jesus, portador de deficiência visual. Ele conta que sua mãe, Helena Moreira de Jesus, foi a pessoa que mais lhe deu apoio.
"Eu nasci com 10% da visão nos dois olhos. Então, eu tinha a necessidade da companhia de alguém o tempo todo, principalmente quando eu era criança. Ela foi a única pessoa que esteve comigo em todos os momentos que eu precisei". Hoje, aos 39 anos, ele trabalha numa empresa de segurança e acredita que o que ele é hoje deve-se ao comprometimento que ela teve ao longo do seu crescimento.
"Eu não tive pai. Então ela foi mais que uma mãe, foi minha estrela guia, a pessoa que eu mais amo no mundo. Acredito que todas as mães são especiais, mas ela é um anjo enviado dos céus", declara Rafael.
Dados
De acordo com informações do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), existem 650 milhões de pessoas com deficiência no mundo. Deste montante, 80% das pessoas vivem nos países em desenvolvimento, como o Brasil. O índice mundial de alfabetização de adultos com deficiência não passa de 3%. No Brasil, o número chega a 21,6%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).
O índice de deficientes no Brasil é de 14,5%,sendo que 70% vivem abaixo da linha da pobreza.
Amor muito especial
O ditado popular já diz: amor de mãe não tem tamanho. Mãe é um ser que ama incondicionalmente, que vive intensamente, e é a única pessoa que chora de felicidade com um simples “mamã”, quando o olhar ainda era o único meio de se comunicar. Um amor que não distingue diferenças. “Ele nem nasceu, mas eu o amo demais e sei que será um filho que me ensinará muito”, diz Maria Luíza Godofredo Abreu.
Maria Luíza conta que está grávida de oito meses e há um descobriu que seu filho nascerá com Síndrome de Down. “No início, eu tomei um susto, porque tinha medo de não dar conta do recado, mas conversei com meu médico e ele explicou que posso ser uma ótima mãe para ele. Meu objetivo é aprender com ele e poder passar a minha experiência para outras pessoas”.
É o que fez Izilda Maria Dias Glória, que fundou o Centro de Convivência Esperança e Vida. Sua filha, Ana Maria Dias Glória, é portadora de paralisia cerebral e depois de 26 anos cuidando da menina, ela decidiu compartilhar seu conhecimento. “Após os 14 anos, o especial é rejeitado por instituições públicas e ONGs, então, eu e meu marido [falecido em 2006] decidimos ajudar essas pessoas. Há nove anos, somos a única instituição que atende jovens acima dos 14 anos”, afirma Inilza. A entidade atende hoje 62 pessoas especiais, de 14 a 70 anos.
Segundo ela, o amor é incondicional. “Eu aprendo com ela todos os dias, me faz amá-la mais e mais. Agora eu me dedico não só a ela, mas a dezenas de pessoas que precisam do carinho e da atenção de verdadeiras mães na instituição. Eu me sinto um pouco mãe de cada uma delas”, afirma Izilda.

Se o amor é tão forte e verdadeiro, o de um filho pela mãe, que se dedicou anos da vida para o seu bem-estar, é ainda mais bonito. É o caso de Rafael Moreira de Jesus, portador de deficiência visual. Ele conta que sua mãe, Helena Moreira de Jesus, foi a pessoa que mais lhe deu apoio.
“Eu nasci com 10% da visão nos dois olhos. Então, eu tinha a necessidade da companhia de alguém o tempo todo, principalmente quando eu era criança. Ela foi a única pessoa que esteve comigo em todos os momentos que eu precisei”. Hoje, aos 39 anos, ele trabalha numa empresa de segurança e acredita que o que ele é hoje deve-se ao comprometimento que ela teve ao longo do seu crescimento.
“Eu não tive pai. Então ela foi mais que uma mãe, foi minha estrela guia, a pessoa que eu mais amo no mundo. Acredito que todas as mães são especiais, mas ela é um anjo enviado dos céus”, declara Rafael.
Dados
De acordo com informações do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), existem 650 milhões de pessoas com deficiência no mundo. Deste montante, 80% das pessoas vivem nos países em desenvolvimento, como o Brasil. O índice mundial de alfabetização de adultos com deficiência não passa de 3%. No Brasil, o número chega a 21,6%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).
O índice de deficientes no Brasil é de 14,5%,sendo que 70% vivem abaixo da linha da pobreza.