Falta de incentivo. Esse foi o principal tópico da reunião com os membros da FEIRARTE e a Comissão Especial de Vereadores (CEV) sobre o tema, Além disso, outras questões como pouca estruturação, capacitação e segurança foram comentadas.
Segundo os artesãos, a reforma da orla da praia, prevista para ocorrer ainda em 2011, vai causar prejuízo, pois o público frequentador da FEIRARTE no Boqueirão é diferente dos que compram na Praça Caio de Moraes e Silva em frente ao SESC. "O público da praia é de turistas. Nossa maior renda vem desse grupo. Ficando somente na Aparecida, sofreremos queda nas vendas", diz Cleófas Hernandes que trabalha com fundição de vidro há mais de 20 anos. Os feirantes gostariam que durante a reforma eles fossem recolocados para outros pontos da orla, como o Emissário Submarino, mas que não fossem retirados do local.
Os membros questionam a função da Comissão Paritária, que seria responsável por passar todos os problemas da feira para a secretaria de finanças, responsável pela FEIRARTE. "Nos falaram que a comissão paritária iria se reunir com a SEFIN a cada dois meses, o que não é verdade. Nossas reclamações não estão sendo levadas aos órgãos responsáveis", diz Hernandes.
Os feirantes pagam uma quantia trimestral de R$ 121 Reais para a Secretaria de Finanças (Sefin) como taxa para usar o espaço da feira. Eles entendem que esse valor deveria ser usado para melhorar a estrutura da própria FEIRARTE "Vamos perguntar a Sefin sobre a destinação desse valor, pois seria interessante que o valor pago trimestralmente, fosse criado um fundo de investimento no local", entende o vereador Arlindo Barros.
Outra reclamação por parte dos feirantes é a falta de segurança. Segundo os comerciantes, apesar de haver um posto da guarda municipal por perto, os guardas não ficam presentes na feira. "Pequenos furtos são comuns, o que afastam clientes e suja a imagem do local". Barros se comprometeu a cobrar por meio da CEV, que fique um veículo da Guarda Municipal no local "A FEIRARTE atrai cerca de 3 mil pessoas semanalmente. É dever do executivo oferecer segurança adequada a esse contingente".
Artesãos da FEIRARTE expõem suas dificuldades para a Comissão Especial de Vereadores
Falta de incentivo. Esse foi o principal tópico da reunião com os membros da FEIRARTE e a Comissão Especial de Vereadores (CEV) sobre o tema, Além disso, outras questões como pouca estruturação, capacitação e segurança foram comentadas.
Segundo os artesãos, a reforma da orla da praia, prevista para ocorrer ainda em 2011, vai causar prejuízo, pois o público frequentador da FEIRARTE no Boqueirão é diferente dos que compram na Praça Caio de Moraes e Silva em frente ao SESC. “O público da praia é de turistas. Nossa maior renda vem desse grupo. Ficando somente na Aparecida, sofreremos queda nas vendas”, diz Cleófas Hernandes que trabalha com fundição de vidro há mais de 20 anos. Os feirantes gostariam que durante a reforma eles fossem recolocados para outros pontos da orla, como o Emissário Submarino, mas que não fossem retirados do local.
Os membros questionam a função da Comissão Paritária, que seria responsável por passar todos os problemas da feira para a secretaria de finanças, responsável pela FEIRARTE. “Nos falaram que a comissão paritária iria se reunir com a SEFIN a cada dois meses, o que não é verdade. Nossas reclamações não estão sendo levadas aos órgãos responsáveis”, diz Hernandes.
Os feirantes pagam uma quantia trimestral de R$ 121 Reais para a Secretaria de Finanças (Sefin) como taxa para usar o espaço da feira. Eles entendem que esse valor deveria ser usado para melhorar a estrutura da própria FEIRARTE “Vamos perguntar a Sefin sobre a destinação desse valor, pois seria interessante que o valor pago trimestralmente, fosse criado um fundo de investimento no local”, entende o vereador Arlindo Barros.
Outra reclamação por parte dos feirantes é a falta de segurança. Segundo os comerciantes, apesar de haver um posto da guarda municipal por perto, os guardas não ficam presentes na feira. “Pequenos furtos são comuns, o que afastam clientes e suja a imagem do local”. Barros se comprometeu a cobrar por meio da CEV, que fique um veículo da Guarda Municipal no local “A FEIRARTE atrai cerca de 3 mil pessoas semanalmente. É dever do executivo oferecer segurança adequada a esse contingente”.